Tá na hora da gente pensar nisso…
Rio de Janeiro,Como já disse aqui, não fiz nenhuma compra em fast-fashion na Califórnia. Entrei, olhei, namorei e vi como a H&M e a Forever 21 estavam “interpretando” as tendências das passarelas, mas assim, mais por um desencargo de saber o que está rolando nessas lojas que por vontade de consumir. Na Zara, eu nem entrei. Da última vez (acho que em Londres) que fui numa loja da rede espanhola e comprei uma peça “incrível” (um moletom com bordado étnico). Não tardou uma semana para ela estar replicado em dezenas de blogs como estrela do look-do-dia. Tomei bode dele e bateu um arrependimento danado de ter gastado o meu dinheiro ali. Tanta lojinha incrível em Londres e eu vou gastar numa peça que eu poderia ter comprado em qualquer outro lugar do mundo?
Além dessa questão de “exclusividade” faz tempo que eu ando implicante com peças dessas redes de fast-fashion, porque simplesmente os preços não fazem sentido. Lá em Los Angeles, nos bairros mais “populares” bombavam as lojas de roupas por $1,99. Sim, uma peça de roupa custando 4 reais. Em Londres, uma camiseta estilo “street style” sai por 2£, uns 6 reais. E assim, eu entendo que a tributação dos Estados Unidos ou na Inglaterra seja muito menor que a nossa, mas fico pensando no processo de produção de uma roupa: tem o cara que planta o algodão e todos os seus funcionários da fazenda, o caminhoneiro que faz o transporte até a indústria têxtil que tem seus diversos técnicos e representantes comerciais que vendem para as fábricas da moda, onde você tem o dono, compradora, modelista, pilotista, chefe de produção, costureira, supervisor e representante comercial pra vender para a loja de roupas baratas que tem seus inúmeros funcionários. Ah sem falar da empresa das máquinas e dos aviamentos. É muita boca pra alimentar, é muita família envolvida até aquela roupinha chegar nas suas mãos. Não é como a indústria da beleza que tem máquinas fazendo todo o processo em progressão geométrica. São seres humanos. Fazer roupa ainda é um trabalho manual e estão exigindo desse processo artesanal uma escala robótica.
{ Califórnia, 2013 }
A gente fica meio “cego” quando entra numa loja dessas com roupas-tendência e preços inacreditavelmente baratos, não é? Eu mesma me sinto meio entorpecida, como se tivesse tomado um shot de tequila (da boa) na porta. Aquele lugar enorme e super bem iluminado, fotos maravilhosas, decoração apaixonante e uma variedade absurda de peças que “você precisa ter”. E que pra chegar até ali teve o sofrimento de alguém com exaustão, fome, carência, saudade, medo… escravizado ou quase. São denúncias atrás de denúncias, é descoberta de trabalho escravo em SP e prédio que cai em Bangladesh, envolvendo não só essas redes de roupas super baratas, mas também outras nada baratas. A ganância leva o homem a atitudes inacreditavelmente involuídas.
Eu não consigo mais ficar indiferente e agir como se não fosse comigo, sabe? Agora, como mudar essa realidade? Consumo consciente é a resposta pronta, mas alguém me explica como? Não comprando peças que vem escrito Made in China, Made in Thailand ou Made in Vietnam? Mas e as peças “feito no Brasil” que são produzidas por bolivianos escravizados? Eu mesma já conheci uma “fábrica” na baixada fluminense onde os funcionários tinham CLT, mas trabalhavam num calor insuportável só porque ajustar a obra original tipo “puxadinho” para colocar ar-condicionado era complicado/caro demais — as viagens de pesquisa da dona/estilista eram a prioridade.
A tecnologia que está expandindo as possibilidades de criação de moda, também precisa transformar o seu processo produtivo. O sistema do jeito que está não vai mais poder existir. Agora será que a solução é só deixar de comprar nessas marcas denunciadas ou exigir um selo de “empresa correta” vindo junto das instruções de lavagem? Não sei, mas já tá na hora da gente pensar nisso.
16 peças que as celebridades usam e você deveria experimentar também
Rio de Janeiro,Emma Watson (23 anos, ariana): Emma está mais ‘mulherão’ que nunca, mas sempre do seu jeito discreto. Esse vestidinho branco que mostra todo o corpão em dia, mas com mangas mais compridas e corte simples consegue traduzir esse jeito discreto perfeitamente. Montando o look preto & branco, a atriz usou uma peça que é must have em todos os closets das celebridades: a botinha.
Juliana Paes (34 anos, ariana): Também com seu vestidão branco, a mãezona e gravidíssima Ju Paes apostou no conforto, mas não deixou de ficar linda né. O babado logo na região do busto balanceou o volume do vestido (e da barrigona linda). O cabelão solto deu um toque quase hippie.
Diane Kruger (36 anos, canceriana): A peça em destaque aqui é a calça estampada. A barriguinha (onde?) de fora é a ousadia do look, mas foi a calça que deu aquela pegada de celeb mesmo, sabe? Adorei: a bolsa que fez um mix com a estampa da calça e o batom no mesmo tom de rosa da estampa.
Miley Cyrus (20 anos, sagitariana): Um macacão de festa, toda celeb tem e dificilmente dá errado nos eventos. Com corte de alfaiataria como o da Miley é mais certeiro ainda. E o p&b é tendência, vocês já sabem (daquelas que a gente pode comprar sem medo, já que depois volta a ser clássico). E você viu que todos os outros detalhes são dourados? Das sandálias às unhas, passando pelas pulseiras e brincos!
Carey Mulligan (27 anos, geminiana): Um blazer classudo para proteger do frio (e chuva!) nas festas. Esse preto com detalhes brancos é daqueles que você já sabe que dá certo com tudo, ainda mais com um pretinho básico. Se ela usou em Cannes e arrasou, pode ter certeza que com um dessas você pode também.
Cate Blanchett (44 anos, taurina): Sabe que as peças em alfaiataria sempre vão ficar bem, né. Além do blazer, ou que salva sempre é a calça – de preferência preta. Pode fazer dupla com o terninho ou não, como o da Cate. Sandálias e joias femininas deixam o look mais suave. Atenção para o companheiro na foto: Apenas Giorgio Armani!
Freida Pinto (28 anos, libriana): Um cinto que vale por joia! Esse salva qualquer vestidinho básico e também nos dias que o clima está tão quente que até um maxi colar parece esquentar o pescoço. Viu como o vestido dela é simples, mas o cinto dá o glam necessário? As sandálias combinando foram um toque precioso.
Julianne Trevisol (29 anos, canceriana): Mais um cinto-joia que deixou o vestido super descolado. O único cuidado é para ele não adicionar muito volume, tá. O cabelo curtinho valorizou o decote de um ombro só, e a fenda é outro item digno de celebs que eu vou falar mais tarde.
Nívea Stelmann (38 anos, ariana): Tudo básico, mas não tão básico assim. A camiseta tem bordados nas mangas, o short molinho é de paetês e a sapatilha é metálica. A ideia aqui é ter uma peça com brilho, que já valoriza o look.
Carolina Ferraz (45 anos, aquariana): A mesma ideia do look da Nívea, só que na versão low profile. A sandália é bem confortável, mas com brilhos que deixam o resto da produção com um toque de festa, sabe? A mágica do look digno de celebridade é sempre se vestir como se você fosse pra uma festa, nem que seja uma bem íntima na sua casa com seus melhores amigos.
Cristiana Oliveira (49 anos, sagitariana): A fenda, segredo do sucesso de muitos looks de festas. Esse vestido todo estampado poderia ficar cansativo se não tivesse esse corte (na altura ideal) da perna. Viu que a bolsa tem um tassel? E o cinto-joia discreto?
Isabeli Fontana (29 anos, canceriana): Mais fendas e recortes. Esse é para as confiantes, tá. Mas pirei mesmo nessa sandália: básica, feminina, delicada, com cara de festa. Isso sim faz um look de celeb, nem que seja com calça jeans! E a Isabeli ainda usou poucos acessórios, deixando o corpão ser o principal mesmo.
Kerry Washington (36 anos, aquariana): Um vestidinho de corte clássico e textura diferente. Esse de couro salva quando você não tem muito tempo (ou vontade) de fazer uma mega produção. Ela ainda misturou com a textura do blazer (que combina pelo tom ser parecido) e uma bolsa branca (tendência!). E o cabelo com mechas 3D? Adoro!
Nicole Kidman (45 anos, geminiana): Outro vestido de corte clássico e textura diferente. Os paetês parecem glitter de longe! Bastou a sandália e cluntch preta que a Nic já estava pronta e linda.
Lea Michele (26 anos, virginiana): O sapato metalizado. É ótimo por sempre fazer um mix super interessante em todos os looks. Tipo nesse com o vestido floral! Floral + futurista (do metálico). Ou pode ser do sério com o divertido, do esporte com o high-tec, pode ir escolhendo. Muitas celebs usam com todo o tipo de roupa.
Reese Witherspoon (37 anos, ariana): A bolsa estruturada de alça curta. Viu que a roupa é bem simples, mas os saltos e a bolsa ‘elevam’ o status? É uma peça pra usar quando você quer parece mais séria, sabe. Pro trabalho, reunião de negócios, eventos profissionais, coisas assim. Também serve para almoço com a família no novo boy, né! E todos os detalhes são dourados, combinando com as ferragens da bolsa – o relógio, colar, os brincos e nos óculos.
Olivia Munn (32 anos, canceriana): Nesses looks temos 3 peças que as celebs amam: maxi colar, camiseta com estampa interessante e calça de couro. O poder do maxi colar vocês já conhecem e a camiseta dá uma gracinha a mais no look básico (as com estampa divertida ou artsy são preferidas). E a calça de couro? Traz o rock e a ousadia para a produção, nem que seja com um suéter simples.
Sou, a nova linha eco-fofa da Natura
Rio de Janeiro,Quando o convite da Natura chegou aqui em casa, ele convidava para um evento que ia mostrar uma nova forma de consumir. O que você pensaria com essa chamada? Eu logo pensei em experiência com o produto, mas quando cheguei lá era muito mais legal que isso.
Qual a forma fácil de fazer um produto mais barato? Mexer do lado de dentro, usando matérias-primas mais baratas fazendo produtos com “menos” qualidade, certo? A Natura resolveu pensar diferente e foi baratear seus custos de produção mexendo do lado de fora, na produção, embalagens e transporte. Assim surgiu a Natura Sou.
Pra começar todos os produtos — tem linha corpo, banho e cabelos — têm uma única embalagem, bonitinha, de plástico, em formato de gota torta que você pega, amassa (achei até terapêutico) e usa até o último ml de produto. Toda a linha Natura Sou também tem a mesma família olfativa — é o mesmo cheirinho (gostoso) com variação só de intensidade das notas. Medidas que reduzem muito o tempo de produção e custos, economizando energia, espaço de armazenamento e transporte.
Redução de custos essa que a gente também sente. Os sabonetes líquidos vão custar R$ 6,70 e os hidratantes R$ 10,60 —preço médio de produtos de supermercado, né? Eles começam a ser vendidos em Julho e em Setembro chegam os produtos para os cabelos.
A Natura fala de uma nova forma de consumir, mas o que eu acho mais importante aqui é a nova forma de produzir, esse novo jeito de fazer negócios e investir em inteligência e tecnologia para oferecer melhores produtos pra gente e para o mundo. Sustentabilidade de verdade.
Férias na Califórnia: Griffith Observatory
Rio de Janeiro,No Fashion Rio pedi para o Caio, recém chegado da Califórnia, me contar os lugares que eu não poderia deixar de ir. Ele disse que eu tinha que ir no Griffith Observatory que era um lugar lindo e que dava pra ver Júpiter a olho nu.
E logo nas primeiras voltas em Hollywood ele nos chamou atenção por ser uma construçãozinha fofa, no alto de uma montanha. Já deduzindo que o visual lá de cima seria incrível para ver o pôr-do-sol subimos no final do dia (umas 18h, já que nessa época lá só escurece às 20h) e ca-ram-ba: Que visual!
uso: boné de uma lojinha da Sunset Boulevard, óculos Ray ban, camiseta Auslander, calça Equus e tênis All Star
A entrada no planetário é grátis, inclusive para observar o céu dos telescópios. Quando a noite chega eles colocam uns extras na frente do prédio pra mais gente poder ver as estrelas. Do lado de dentro, a gente entende melhor como o céu “funciona” e como ele ajudou a humanidade a evoluir e descobrir novos mundos (tipo a gente).
Lá também tem um “show” e eu amo que tudo lá na “capital do entretenimento”, até um filminho sobre a história da astronomia, ganha um toque de Hollywood com apresentador performático e cadeiras super confortáveis (custa $7 para adultos).
Além disso, o observatório é um lugar bem romântico: você tem um visual incrível da cidade, um pôr-do-sol entre as montanhas e pertinho do céu para ver bem as estrelas ☆ Quando a gente tava lá rolou um pedido de casamento e tudo! Muito amô ♥
INFORMAÇÕES ÚTEIS
Griffith Observatory
2800 East Observatory Road
Fecha às segundas, mas dá pra curtir o visual (só não pode entrar no prédio e não tem telescópios).
Tem estacionamento, mas fica especialmente lotado no final da tarde.
A nova tendência da plataforma de Carmen Miranda
Rio de Janeiro,Sabe quando você repara em uma coisa e depois parece que ela te persegue por todos os cantos? Tipo quando você começa a namorar e, do nada, vê carros iguais ao do boy em toda cidade. Pois um sapato bem específico chamou minha atenção uns meses atrás e agora eu o vejo nas produções mais interessantes da internet. Eu não sei o nome específico dele, mas já chamo de salto da Carmen Miranda. Vem entender o porquê!
A história dessa plataforma tem nome e data: Salvatore Ferragamo, 1930. É que nessa década a Itália sofria com a falta de importação de materiais para a confecção de calçados, fazendo com que o estilista começasse a experimentar novos materiais, criando plataformas de cortiças (que eram mais leves e podiam ser cobertas com outros materiais mais luxuosos) – ele até patenteou esse método de fabricação, sendo a primeira patente da história da moda! Foi assim que ela virou tendência naquela época, perfeita para ser usada com vestidos longos e pantalonas. Judy Garland tinha uma linda toda listrada parecendo um arco-íris feita por Ferragamo. Mas a rainha da plataforma era mesmo Carmen Miranda, que tinha uma parceria incrível com o sapateiro italiano e abusava das alturas e extravagâncias que esse sapato podia apresentar.
Lembro muito bem de uma plataforma da Carmen feita por Ferragamo que era toda dourada (tirei até foto do livro) – bem no mood da coleção toda metálica do Jeffrey Campbell, que é quem está fazendo o maior sucesso ao resgatar esse modelo de sapato. Chanel também já fez. Mas seja colorido, com o salto de madeira ou de cortiça aparente, o legal é que uma plataforma é mais confortável e interessante que o salto alto básico, dando mais personalidade e informação de moda ao look. E não vamos esquecer que nos anos 70 esse modelo voltou a fazer sucesso entre homens e mulheres nas pistas de dança, ein! Pelo Brasil já vi na Farm e na Arezzo.
Quando eu tiver meu par, vou sair cantando tico tico no fubá como se todo dia fosse carnaval!
Férias na Califórnia: o LACMA
Rio de Janeiro,Tava demorando pr’eu falar de museus na Califórnia, né? Eu sou do tipo culturette e museus são sempre partes fundamentais dos meus roteiros de viagem. Vou começar falando do LACMA, o Los Angeles County Museum of Art, que é o maior museu do lado Oeste dos Estados Unidos. O acervo de peças é incrível e te dá um bom panorama da arte mundial: tem galerias dedicadas às artes japonesas, coreanas, latino-americanas, polinésias, americanas (é lá que está a Campbell’s Soup de Andy Warhol!) e européias (tem uma galeria com quadros maravilhosos do Picasso!). 
{astecas}
{esse quadro é de um artista americano chamado F. Childe Hassan. Ele fez a pintura em 1918, na época da 1ª Guerra Mundial. Nessa época bandeiras dos Aliados, incluindo o Brasil, decoravam a 5ª Avenida em NY. A nossa bandeira, verde com esse diamante amarelo, se destacava entre elas, e trazia esperança de um novo mundo}
Em breve, o LACMA também vai abrigar o The Academy Museum of Motion Picture, o museu do Oscar que promete ser o museu com a melhor curadoria da história do cinema. Fazendo o “esquenta” do novo museu estava rolando com uma exposição sobre a carreira do Stanley Kubrick, diretor de clássicos como 2001 – Odisséia no Espaço, O Iluminado e Laranja Mecânica (e um dos meus cineastas favoritos).
O Kubrick começou sua carreira como fotógrafo. Com apenas 16 anos ele foi contratado por uma revista (mega importante, que eu esqueci o nome a Look) e que talento! Uma das características que eu mais gosto do trabalho do Kubrick é justamente a direção de fotografia e seus quadros absolutamente interessantes.
INFORMAÇÕES ÚTEIS O LACMA fica no 5905 Wilshire Boulevard O museu é pago $15 entrada normal, $20 com direito a exposição do Kubrick. Ele fica aberto de 11h às 20h (nas segundas abre 12h e sexta fecha às 21h) e fecha às quartas. Tem outros museus nos quarteirões vizinhos, como o de Craft and Folk e o Museu de Carros, que vou falar em outro post

É som de preto, de fashionista
Rio de Janeiro,Pois é, mais uma vez estamos na moda. Nosso ritmo swingado e envolvente, além de fazer todo mundo dançar, vestiu as passarelas, as ruas e tornam-se as principais referências do momento. Quer saber o que vai te fazer dançar ou, melhor, se inspirar nas próximas temporadas? Vem com a gente!
Hip hop: entra para topo das paradas. Além de ser “adotado” por Heidi Slimane da Saint Laurent Paris (olhos atentos para o Pharrel!), virou a sensação do Verão 2014 do Fashion Rio. Silhuetas esportivas como macacões e coletes tornam-se essenciais, além das já consagradas varsity jackets. Bonés decorativistas tornam-se os novos “darlings” da vez.
Fique de olho: Saint Laurent Paris, Daft Punk, Leandra Medina (The Man Repeller), Espaço Fashion, Blue Man.
Funk: não fica nem um pouco por baixo. Além das musas como MC Beyoncé e Anitta (que já vimos aqui <3), o som do batidão esbarra em silhuetas… funky! Shorts detonados com t-shirts, calças com cintura nas alturas (também já falamos) e bijoux, muitas bijoux ajudam a ostentar a produção. Quer se arriscar nos passinhos? Quel tal apostar em um tênis confortável e bem coloridão!
Fique de olho: Coca Cola Clothing, tênis Asics, Mel Gonçalves (Banda UÓ), Maria Vanúbia.
Samba: em alta ele sempre estará. A fluidez e leveza abre espaço para sua leitura mais voluptuosa, “fatale”. Aposte no cropped, turtle neck, maxibrincos, sandálias no estilo meia pata ou gladiadoras e estampas efusivas.
Fique de olho: Tryia, Andrea Marques e Aline Calixto.
Jazz: nada mais incrível do que os loucos anos 20. Em clima de o “Great Gatsby”, a época, literalmente dourada, ainda vai render muito pano para a manga com seus vestidos de cintura deslocada, acessórios e cabelos exuberantes, além das referências ao Art Nouveau.
Fique de olho: Great Gatsby, Josephine Baker e Solange Knowles.
_E aí, qual é o seu som?















































