casa de criadores /acessórios

Rio de Janeiro,

Desfiles incríveis, intervenções, gente bonita… mas quem ganhou a cena da Casa de Criadores foram os acessórios. Sem falar das bolsas, os acessórios são um pouco excluídos quando falamos de moda e tendência, o que é uma pena, pois fazem toda a diferença no look que vestimos. Além de ser um ótimo escape para aqueles que têm um pouco mais de receio na hora de se montar, ou até para os dias de preguiça. Afinal, um jeans, uma camiseta branca e um mega colar nunca saem de moda.

Na 25ª Casa de Criadores já conseguimos apontar o que está por vir, e novos jeitos de usar aquilo que já anda vindo há algum tempinho. Vale lembrar que look de passarela tem que ser exagerado, vai da gente dosar o que vai usar na vida real.

Na cabeça, tudo vale.

Muito brilho, cristais e formas divertidas vão enfeitar o verão. Para fugir do sol, os chapéus aparecem gigantes, de palha tingida e resinada, mostrando que esse material visto a tanto tempo pelas areias, ainda pode ser inovado.

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Na vida real, vemos versões mais sutis do que foi mostrado nas passarelas, mostrando que muitas vezes a rua e a passarela andam juntas.

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Dá pra usar?

Acessórios bem inusitados também apareceram nas coleções. A dica para os meros mortais (quem gosta mesmo de se montar a noite não se inclui nessa categoria!) é se inspirar nas formas e materiais, e escolher peças menores, mas de impacto.

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E nos pés?

Sabe aquela teoria de que você sabe se a pessoa tem estilo olhando para seus pés? Os criadores da casa também acreditam nisso. Muitas aplicações, tachas, brilhos, abotinados e tênis de luxo e novas amarrações por lá. Com cara de DIY (do it yourself), os sapatos com apliques de flores de Ivã Ribeiro foram os mais criativos.

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casa de criadores /verão 2010

Rio de Janeiro,

Gêmeas /verão 2010
As Gêmeas abriram o 3o dia da Casa de Criadores. Com cores de Frida Kahlo e uma passarela linda com desenhos de temas mexicanos feitos em areia colorida, elas mostraram mais uma vez a maturidade da marca. Assim como contaram na apresentação inicial, o México não estava literal na coleção, mas podia ser visto nas estampas e nos bordados. Novamente, muita renda estava por lá, dessa vez aplicada em recortes nos vestidos e também nas mangas, dando um perfume mexicano, sem sair da pegada rocker que a dupla tanto se identifica. Os volumes ficaram por conta dos vestidos balonê, o volume a mais nas costas do terno masculino ( também visto na coleção de João Pimenta) e das calças carrot. Mais uma vez as gêmeas mostram uma moda amadurecida, que se encaixaria em qualquer outra semana de moda do país.

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Marcelu Ferraz também apostou no neon para o verão. Punhos gigantes, golas em V, calças brancas e recortes fluor juntaram o clássico com um moderno, mostrando um homem elegante com uma vontade de ousar um pouco mais. As golas de Marcelu foram as mais abusadas da semana, em forma de V, as vezes desciam até o umbigo do modelo. Ousado e divertido. As estampas eram em sua maioria preto e branco, contrastando com o excesso de cor nos outros detalhamentos, e linkando com os esqueletos vistos nos acessórios. Seu beachwear também é para o homem que não tem medo de ousar, sungas verde flúor com amarrações na lateral sobrepostas com camisetas e macacões transparentes.

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No Hay Banda se inspirou na luz, de um jeito bem mais técnico pensando na refração, reflexão, propagação e tudo aquilo que a gente já aprendeu nas aulas de fisica do colégio e esqueceu. Peças muito bem trabalhadas com diversos mini recortes formando drapeados e volumes diverentes em diversas partes de sua silhueta. Cores sutis e modelagem ousada, tecidos fluidos em sua maioria deram um leveza necessária para o excesso de informação na modelagem. A alfaiataria também estava presente, de um jeito que fugia do clássico, em coletes vazados e recortados e shorts com volume nas laterais.

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A marca Tony Jr. trouxe uma coleção totalmente geometrizada, tanto nas formas quanto nas estampas e aplicações. Mostrou as cores fortes para o verão, em cortes leves e confortáveis tanto para o homem quanto para a mulher. Pedacinhos de de tecidos recortados como mosaico enfeitavam a maioria dos looks, contando o lado divertido do estilista Uma coleção despretenciosa – e talvez até um pouco simples demais – teve seu highlight no terninho preto revestido de rosa.

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Diva não podia ter sido mais retrô. Se inspirando nos papéis de carta infância, a marca mostrou uma coleção bem romântica e trabalhada, quase que tirada do guardarroupa da vovó e reformada. Misturou estampas, vestidos de algodão soltinhos e muitos laços, tudo bem girly. No literal, as peças seriam difíceis de serem usadas sem parecerem uma imitação home-made de Maria Antonieta, mas a coleção inteira junta veio bem harmoniosa e com o clima vintage em que a marca sempre aposta. Acertou ao tentar contrastar o brilhante com o opaco, e nas peças bem trabalhadas.

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André Phergom se baseou no livro “O caçador de Pipas”. Mesmo para quem não leu, ou não conhece o best seller, não foi dificil encontrar sua inspiração, já que a coleção inteira veio pensada na pipa em si. Logo, muita estampa, cores fortes e geometria. O decote em V também apareceu, desta vez menos cavado. Uma coleção não muito harmoniosa, mas que serviu para mostrar um ar mais étnico. Com volumes pouco amplos, o estilista apostou novamente na calça skinny para os homens, e até no modelo boyfriend, ironicamente, para o homem também. Abusou dos brilhos e do tafetá, o que deu uma cara mais 80′s para alguns looks.

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Walério Araújo veio em sua forma pura, abusada e luxuosa. Luxo que pode ser visto em todas as suas vertentes – pedras aplicadas, lamê em vestidos de festa, muito brilho e micro comprimentos. Além de todo glamour, o ponto alto da coleção foi a estamparia – corpos nus estampados por todas as partes! Ora em estampas localizadas, ora em transparências, causando uma ilusão de ótica bem divertida. Lindas aplicações de crochets metalizados e muito bordado. Não podia se esperar menos do estilista queridinho do evento, foi aplaudido em pé, como sempre. Coleção a parte, o ponto altíssimo do desfile foi a saída de Walério ao som de Stefhany, lindo e absoluto.

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guia de tingimentos

Rio de Janeiro,

Na semana passada chegou até nós uma dúvida que mais tarde viraria um glossário, mas como a pergunta veio acompanhada por uma foto específica, resolvemos incluí-la na seção Pergunte ao Modices.  A Beth Terrezo, daqui do Rio, perguntou qual a diferença entre tie dye e degradê. Para ilustrar, ela enviou a foto de um vestido que estava usando e perguntou qual o nome daquele tingimento.

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Pra começar tie-dye, deep-dye e ombré são técnicas de tingimento artesanal de tecidos, enquanto o degradê refere-se mais a um espectro de cores. Por exemplo: podemos criar um degradê usando um sapato branco, uma meia azul clariiinha, uma saia azul clara, uma blusa azul royal e uma echarpe azul marinho, entendeu?! Isto seria uma degradê que nada tem a ver com tie-dye e os outros processos de tingimento.

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Daí, os processos de tingimento são muito diferentes, mas não necessariamente o resultado. Isto porque o Ombré e o Deep-Dye podem ser muito parecidos. A diferença está na sutileza da mudança de cores; enquanto o ombré é um degradê muito sutil, o deep-dye faz umas ‘listras’ de cor no tecido. O vestido da Beth, portanto, é ao mesmo tempo ombré e deep-dye. Da parte verde, até a parte champagne, o processo utilizado foi o ombré. Viu como as cores estão diluídas entre si? Já a barra foi tingida em deep-dye, já que a mudança de tom é mais brusca. Este é exatamente o tipo de exemplo que nos confude, já que é a união de duas técnicas diferentes.

Vendo as fotos e os exemplos dos três tipos de tingimento dá pra perceber melhor as diferenças:

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Ombré é uma palavra francesa que significa ‘sombra’. Isto quer dizer que o efeito do tingimento é próximo ao de uma sombra mesmo; que ‘varre’ o tecido gradualmente. Mesmo que o tingimento conte com mais de um tom (como é o caso do vestido da Scarlett Johansson), a transição de tons é muito mais suave. Este processo é demorado, já que as tintas utilizadas são muito diluídas para que não manchem o tecido como no deep-dye.

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O deep-dye é o processo que se dá ao mergulhar o tecido até certo ponto em um balde de tinta. A ‘barra’ que se forma fica bastante marcada e é possível fazê-las de vários tons; basta pintar o tecido da cor mais clara à mais escura. Note como as faixas de cor estão visíveis, ao contrário do tingimento anterior.

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Por fim, no tie-dye, o acessório fundamental para fazer estas manchas irregulares é um barbante. O tingimento acontece quando pega-se o tecido, faz-se amarrações (que podem ser verticais, horizontais ou em círculos, por exemplo), e joga-se a roupa toda amarradinha em um balde de tinta. As partes brancas que aparecem em quase todos os modelitos que utilziam este tingimento são o tecido cru, sem tinta alguma. Dos três tingimentos, este é o mais fácil de identificar.

Quanto às tendências, o tie e o deep-dye são trazem ares setentistas mesmo que a peça tenha uma silhueta de outra época. Sem contar que estas duas formas têm mais a cara do verão, quando são permitidas umas ‘pirações’ maiores. Por outro lado, o ombré é super elegante e aceito desde em casaquinhos, até em vestidos longos em um red carpet no inverno ou no verão.

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pezinhos tachados

Rio de Janeiro,

As tachas vieram com tudo nesse inverno, e principalmente as botas com tachinhas e fivelas, douradas ou prateadas, conquistaram o coração das mais fashionistas.

Botas Tachadas

A marca Juliana Jabour desfilou um modelo de cano baixo na sua coleção outono-inverno. Sienna Miller e Kate Bosworth não largam as suas vermelhinhas da Chloe. A cor faz um contraste perfeito com o dourado das tachas, dando a bota um ar de roqueiro chic. A grife também fez esse modelo liiindo acima que até lembra um morango!

Se você tem uma botinha lisa antiga e quer dar uma cara nova a ela, taí uma opção fácil de fazer. Para te ajudar, selecionamos alguns modelos para servir de inspiração:

Depois, é só juntar com uma calça skinny e uma jaqueta perfecto que você estará pronta para arrasar no estilo rock n’roll!

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casa de criadores /verão2010

Rio de Janeiro,

O segundo dia da Casa de Criadores começou com o desfile de quem sintetiza o espírito do evento, o Projeto Lab. Nessa edição, foram apresentadas criações de estilistas com conceitos bem diferentes entre si, mas todos com a mesma intenção: experimentar. O projeto é o carro chefe do evento e serve para os novíssimos estilistas mostrarem as suas caras e provarem que tem futuro. Desfilaram Mahogany, Danilo Costa, Twooin, Arnaldo Ventura e Jadson Raniere.

Projeto Lab /Casa de Criadores

As coleções foram bem diferentes entre si. O beachwear de Mahogany mostrou uma mulher que desfila rica na praia, super inspirado na alma Disco, abusou do brilho e colocou até drag na passarela! As meninas da Twooin contaram que usam de referência as pequenas emoções do cotidiano. Tudo muito lúdico, com direito a bicicleta na passarela, leggings estampadas e até um vestido com franjas de caneta BIC. O que roubou a cena foi os acessórios com pequenas almofadinhas. Já Jadson Raniere pegou a força dos aventureiros dos mares para colaborar na textura e na silhueta marcada de suas peças, tanto para homens quanto para mulheres. A malha extrafina também foi vista por aqui, junto com muita transparência e textura.

Projeto LAB/Casa de Criadores

Os mais aplaudidos do Lab foram Danilo Costa e Arnaldo Ventura. Danilo foi beber da mesma fonte que Jeff Koons e colocou elementos da sua infância na coleção. Os acessórios merecem um post a parte- óculos com aplicações de corações, colares com diarinhos, ursinhos de plástico recheados de balas, patos metalizados- tudo para quem assistir ter aquela vontade de soltar um EU QUERO AGORA. A alfaiataria feita em malha e as peças com o fechamento invertido propositalmente deram graça e informação à coleção. Se alguém (como eu) desejou muito os óculos com acabamento flocado, pode esquecer – eles não serão vendidos. Segundo Danilo, o flocado só era para efeito de desfile e na primeira chuva ia sumir todo! Arnaldo conseguiu misturar três elementos que podem parecer bem estranhos juntos – Militar, Futurista e Cigano. Muita alfaiataria bem feita, cores densas, paetês e tafetá. Os detalhes e fechamentos foram todos feitos em dourado, fosco e brilhante, conferindo um glamour poderoso à coleção.

TudiCofusi /Verão 2010
Logo após o Projeto Lab entrou a Tudicofusi, marca conhecida por suas coleções irreverentes, intervenções e prostestos. Dessa vez resolveram mostrar looks para pessoas que normalmente são excluídas da sociedade, como a modelo com apenas uma perna que andava com o auxilio de muletas. A marca também apresentou peças para grávidas, e todas as peças foram desfiladas por “pessoas normais”, que também não costumam mostrar suas caras nas passarelas. Apesar de todo o conceito de inclusão, as roupas em si deixaram muito a desejar. Assim não funciona, né? Valeu a experimentação do jeans com a seda.

Purpure /Verão 2010

Ainda no backstage, quem olhava para os looks da Purpure só pensava uma coisa – Lady Gaga! Na verdade os estilistas foram buscar referências bem mais para trás, olhando para Grace Jones e o Kitsch. O brocado – que está aparecendo bastante nessa edição da Casa – também não escapou das mãos da dupla. A coleção é inteira de um beachwear que não pode nem chegar perto da areia, mas impressionou. As ombreiras estavam à mostra dando um poder a mais à sua mulher. Volumes a la Balenciaga, tecidos resinados com aparência molhada mostram que o ousado e o elegante caminham lado a lado.

Geraldo Couto /Verão 2010

Geraldo Couto quis ser diferente e foi o único que mudou a passarela de vinil preta, para uma listrada. Contou na apresentação antes do desfile que se inspirou no Dalidá (movimento francês que explora a mulher elegante no palco). A coleção inteira foi realmente bem elegante, mas os veludos no começo foram ficando um pouco repetitivos ao decorrer do desfile. No segundo tempo do desfile, os looks vermelhos se transformaram em pretos, e paetês e brilhos começaram a aparecer, com um olhar mais novo e interessante. Apesar da repetição, a tal elegância feminina que o estilista almejava estava presente em todas as peças.

ADD /Verão 2010

ADD trabalhou muita estamparia digital e “peças de vida real” como gostam de dizer. Foi uma das coleções mais bem amarradas do dia, propôs um verão bem colorido, com referencias do navy, mas fugindo do marinho, e colocando bastante vermelho. A maioria dos looks, por mais esportivo que fosse estava acompanhado de gravatas retas na ponta, deixando o tudo mais irreverente para quem veste, e uma ótima solução para fugir da mesmice.

Prints I Like /Verão 2010

Prints I like. Precisa dizer mais ? Estampas, estampas e mais estampas. Tudo bem colorido e em tecidos levinhos, bem verão mesmo. A marca sempre encanta pela sua delicadeza e humor na estamparia, que parece que foi feita na hora com pincel e aquarela! Os tailleurs de seda são de desejo imediato.

Rober Dognani /Verão 2010

Os volumes de Rober Dognani continuam lá, mas dessa vez foram bem melhor desenvolvidos. A coleção foi inteira em verde neon e cinza, com micro comprimentos e muito tomara que caia. Volumes na parte da frente parecendo dobraduras no tecido acetinado são super modernos, mas vale lembrar que as mais gordinhas devem fugir desse modelo. Usadas como fechamento e finalizações, as amarrações estavam presentes em quase todas as peças, fugindo bem da caretice das tradicionais coleções de vestidos de festa que vemos por aí. Sua proposta era misturar o clássico e o futurista, funcionou.

Enfim, confesso que gostei bem mais do 2º dia do que do primeiro, teve mais inovação e um clima bem mais jovem, agora vamos esperar o 3º e último, que promete ser melhor ainda.


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tendencita /moleton

Rio de Janeiro,

Uma das tendências mais legais que surgiram nas passarelas brasileiras para este inverno foi o uso do moletom além da academia. A Osklen, que desfilou no primeiro dia da São Paulo Fashion Week, criou uma coleção inteirinha baseada no moletom mescla. Através de um dos tecidos mais confortáveis que existem vestidos, jaquetas e macaquinhos tomaram forma. E quer saber? Era tudo lindo!

moletom_passarela

E se já gostamos da tendência quando ainda estava na passarela, os modelitos do lookbook são ainda mais desejáveis. Vestidos, coletinhos e saias, combinados com outras peçasde aparência confortável.. Tem como não querer entrar djá nesses looks?!

lookbook_osklen_moletom

Mas eis que além Osklen, não vemos muitas peças legais de moletom nas vitrines e muita gente ainda tem dúvidas de como trazer as roupas de um tecido tão informal para o dia-a-dia.

Saiu de uma das nossas revistas preferidas a idéia de combinações com moletom que são o maior charme. Na Ginza de março deste ano tem um editorial com peças em moletom que é uma graça. Olha só estas produções:

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Tem bermudinha, vestido e calça boyfriend jeans combinada com paletó molinho-molinho. Alguma dúvida de que estes looks vão do trabalho até o almoço na casa da vó? Sem contar que não pode haver tecido mais confortável para encarar uma viagem que o moletom. Aprovado pro ônibus, pro carro ou pro avião!

A atenção só deve se dar na hora de escolher as outras peças que irão compor a produção. Mesmo que a peça de moletom tenha um corte mais alinhadinho, como um paletó ou um trench-coat, este é um tecido super despojado que pede combinações mais arrojadas, sabe? Até pra modernizar o look, vale combinar a bermuda de moletom com um paletó ajustadinho, a saia com uma blusa mais sofisticada (como a seda) e o vestido com um cinto e belos sapatos.

E pra quem não vê muitas boas opções nas lojas (a Le Lis Blanc está com peças lindas!), nas lojas virtuais há bons modelitos. Estas são as opções das lojas virtuais brasileiras:

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As lojas gringas também têm opções bem legais, que incluem até um vestido tulipa (!). Estas lojas entregam no Brasil e o frete nem é dos mais caros.

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a. Vestido – Hering – R$69

d. Coletinho – Abercrombie - $60

g. Vestido CCM Sports - R$139

j. Cardigan – Splendid – $61 no Shopbop

m. Saia – American Apparel – $32

b. Vestido – Hering - R$79

e. Jaqueta Hering – R$99

h. Vestido – Acne Jeans – $148 na Oak

k. Cardigan – Twil Twenty Two – R$267 na Revolve Clothing

n. Suéter vestido – American Apparel – $38

c. Trench-coat – Giuliana Romano – R$366 na OQVestir

f. Colete – RV – R$231 na OQVestir

i. Vestido – Love – R$161 na Revolve Clothing

l. Calça Dhoti – Juicy Couture – $118 no Shopbop

 

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blush e sobrancelha

Rio de Janeiro,

foto: Paulo Pires/ divulgação

foto: Paulo Pires/ divulgação

Esse make é do desfile do R.Rosner, no primeiro dia da Casa de Criadores.
Foram usados:
Blush cremoso que foi esticado até as têmporas e seguindo às pálbebras.
A sobrancelha bem delineada com sombra marrom
E nos lábios, o rosinha da estação, Snob da MAC.

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