Clima S e os produtos favoritos da Eudora

Rio de Janeiro,

A proposta da Eudora (como já disse aqui) é atender aos diferentes momentos da vida de uma mulher com linhas para cada um deles. Uma dessas linhas é a Entre 4 paredes, para momentos íntimos com produtos bonitos e sofisticados. Estes produtos incitam um clima especial, por isso foi criado o hotsite Clima S. onde você pode conhecer a linha e criar uma playlist.

As cariocas agora podem conferir os produtos na nova loja Eudora inaugurada recentemente. Situada no Nível Américas do Barra Shopping, a loja foi inaugurada por convidadas especiais do Modices e Fashionismo.

Perguntamos para algumas das convidadas quais os produtos favoritos da marca e entre batons, cremes e perfumes, listamos as indicações das meninas. Thereza Chammas elegeu o batom rosa Pink Splendor por ter boa pigmentação, durabilidade e preço convidativo. O Desirable Lip Gloss que tem um tom bem interessante e não fica “melequento” na boca foi indicação da Aline Sideris. Fabiana Zambrano e Érica Camargo escolheram o mesmo produto: Hidratante para as mãos de Maçã com Lichia que, além de um cheirinho delicioso, hidrata de verdade. Babi Jacome, o hidratante e deo colonia  Sensual Velvet que acrescentam mesmo uma textura aveludada à pele (enquanto o Glamorous Silk tem textura de seda).

Além do Rio, Eudora já tem lojas físicas em São Paulo e Minas Gerais e é vendida em qualquer cidade do Brasil através de revendedoras ;)

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Usando MILK bag num dia normal

Rio de Janeiro,

O modelo de bolsa mais comentado no mundo da moda atualmente é a M.I.L.K. bag (Money, Id, Lips and Keys ou Dinheiro, Identidade, Batom e Chaves) uma bolsa que parece uma carteira gigante, sem alças, para ser usada carregada na mão. Uma espécie de clutch para o dia. E, apesar dos blogs de streetstyle estarem recheados com fotos de pessoas (da moda) usando as tais bolsas, é um pouco difícil imaginar como que uma bolsa sem alça vai funcionar na vida real. Nem tanto pelo espaço reduzido (a bolsa parece uma necessaire gigante), mas por ela manter uma mão sempre ocupada.

Durante as comemorações de 5 anos do Garotas Estúpidas (beijo, Cami!) ganhei uma MILK bag da Quero Hype (beijo, João Lucena!) e de cara já simpatizei com o tamanho dela que cabe perfeitamente um iPad. Em Recife, eu a Lu chegamos a usar mas o circuito hotel > dona santa > dorinha > hotel não foi suficiente para julgar se a bolsa funciona para o dia-a-dia ou não.

Então resolvi aproveitar a quinta-feira para fazer o teste. Não sou do tipo que leva o mundo na bolsa , logo foi fácil sair com só o iPad, iPhone, câmera (Canon G12) e carteira (que é do tipo mágica!) para cumprir o circuito casa > consultório > shopping > Fashion Clinic > Bar do Copa > casa.

Fiz todos os trajetos de carro (carona e táxi) e acredito que, num metrô mais tranquilo, não tem desconforto nenhum (mas na lata de sardinha que se tornou o metrô carioca acho complicado). No (Barra) shopping me dei conta que a ida ao banheiro poderia ser complicada, mas felizmente os reservados tinham uma prateleira onde pude apoiar a bolsa. Mas, no Bar do Copa só tinha gancho e mesmo com tudo muito limpinho forrei um pedacinho do chão para apoiar a bolsa (mais fácil ter uma amiga acompanhando no banheiro, né?). Aliás, no Bar do Copa foi o único lugar que me senti desconfortável com a bolsa. Gostaria de entender como as meninas vão de clutch para a balada. Eu prefiro uma alça para levar a bolsa a tiracolo e ficar com as mãos disponíveis para beber e dançar.

Durante o dia, porém, achei interessante a falta de alça. Não consigo usar bolsa de alça curta nos ombros (que concentra aquele volume da bolsa na altura dos seios, que no meu caso já são avantajados) e já cansei de usar no cotovelo (a mãozinha solta é muito estranha visualmente não é?). As bolsas de alça longa são minhas novas favoritas, mas gostei muito de não ter alça repuxando a roupa ou escorregando pelos ombros.

Minha conclusão final é de que dá sim para usar a bolsa sem alças no dia-a-dia. Alguém tem opinião formada sobre o assunto?

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CARLA LEMOS é carioquíssima, mas radicada em São Paulo. Tem 28 anos e há 6 criou o Modices para compartilhar a sua visão de moda: com mais cor, estampas, comportamento e cultura. Dona de um estilo super autêntico, Carla é apaixonada por Londres, sonha com Tóquio, tem o samba e o rock tatuados. Já atuou como stylist de atrizes, campanhas e editoriais, além de ser uma ótima astróloga de mesa de bar.

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Desafio Pharmaton – Corrida Relax

Rio de Janeiro,

Relax? Como pode uma corrida ser relax? Tem massagem no fim?

Ainda não, minha gente. Mas o perfil do relax é aquele cidadão que faz academia mas só vai uma vez por semana, diz que come saudável mas esconde uma lingüicinha em baixo da alface no restaurante a quilo... (se identificou, né?) Por isso no corrida Relax a prova foi por revezamento, pois ter um companheiro do lado sempre dá aquela estimulada.
Sabe aquela coisa?

– Alô? Oi Marcinha, vamo dar aquela corridinha hoje?
- Ai, amygan, tá tão frio…
- Acorda, criatura! Ou você quer essa pança no biquini branco quando o verão chegar?
- Pronto, levantei, te encontro no parque em cinco minutos!

Sabe aquela pessoa que te INCENTIVA e te DESAFIA, mas sem ser mala? Esses são os relax.
Bom, eu me encaixo nesse perfil em termos, pois corro e malho sozinha. Meus amigos são todos sedentários ou moram longe. Mas aí tem o namorado, que é super atleta e corre comigo no parque Villa Lobos, mas só no fim de semana, pois durante a semana ele prefere jogar o famigerado futebol das segundas quartas e quintas com os amigos. (E eu? E eu? Pronto passou).
O que eu posso dizer é que quem tem a oportunidade de ter um companheiro para acompanhar na vida saudável tem muita sorte. Quando eu corro com o Gabriel eu me supero: corro mais rápido e mais longe. Será que isso tem explicação científica? Vou perguntar pro pessoal da assessoria.

Se você se identificou com o perfil do Relax, encontre já sua cara metade da vida saudável. Mas como eu sou essa que diz que faz dieta e come um brigadeirinho, vai aqui a minha listinha de dicas.

- Galera, não façam exercícios só no fim de semana. Você fica cinco dias morgando no sofá e depois quer meter 2 horas de bicicleta meio dia de sábado? Só pode dar em enfarte, lesão, desidratação. Faz um pouquinho 3 x por semana, que certamente suas chances de se divertir e não se machucar serão maiores.

- Por mais legal que seja se exercitar com uma amiga, ela tem que te puxar pra cima. Se direto você desiste porque ela desistiu também, de que adianta? Vão ser duas gordinhas balançando as celulites em Ipanema quando dezembro chegar. (Fui má!)

- Se você faz do exercício um evento social, não esquece de alongar e de beber água pra ficar batendo papo. Eu mesma esses dias quase tomei um tombão na esteira por causa de uma piada do cara do lado. A piada era boa, confesso. Mas não dá pra prestar atenção nela bem na hora de aumentar a velocidade!

- Correu na hora do almoço com os colegas de trabalho e foi direto pra feijoada de quarta feira? Ou faz spinning no sabadão antes daquele choppinho? Pelamordedeus, não vai comer um pratão gigante de comida depois do exercício intenso que faz mal. Começa aos pouquinhos pra não ferrar seu estômago.

Agora deixa eu confessar uma coisa pra vocês? No último treininho de corrida que fiz no parque, na saída dei de CARA com o Raí. Gato, alto, sarado, tipo na seleção do meu coração. Vai dizer que correr não traz nenhuma alegria? :D

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Calça de cintura baixa, a Saint-Tropez

Rio de Janeiro,

Falando em novas propostas (tendências) para calças é preciso falar das aparições da Saint Tropez, este modelo de calça de cintura baixíssima que leva o nome de uma cidade francesa do litoral (parte do Côte D’Azur). Criada nos anos 60 e febre da segunda parte da década de 90 até o início dos anos 2000, o modelo nunca foi abandonado completamente pelas brasileiras. Mas, foi quando Emanuelle Alt, editora-chefe da Vogue Paris, usou entre um desfile e outro de Alta Costura que a altura da cintura da calça me chamou atenção.

A partir disso foi só rever a pasta de looks para achar outras referências entre blogs de estilo (como o Style Scrapbook e The Man Repeller) e streetstyle (Stockholm Streetstyle), além da (queridinha) duquesa Kate Middleton.

Apesar de ter um visual mais sensual, as calças saint-tropez acentuam gordurinhas indesejáveis (como a “pochete”) e quadris mais largos (ou melhor, os indesejáveis culotes) funcionando melhor para quem tem o corpo todo magrinho.

Repara só como o visual da voluptuosa (bem brasileira) da segunda foto da montagem fica esquisito com a cintura baixíssima e seios grandes (e o casaco mais curto que a blusa ajuda a deixar o look ainda mais estranho).

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CARLA LEMOS é carioquíssima, mas radicada em São Paulo. Tem 28 anos e há 6 criou o Modices para compartilhar a sua visão de moda: com mais cor, estampas, comportamento e cultura. Dona de um estilo super autêntico, Carla é apaixonada por Londres, sonha com Tóquio, tem o samba e o rock tatuados. Já atuou como stylist de atrizes, campanhas e editoriais, além de ser uma ótima astróloga de mesa de bar.

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Calça curtas (capri) vs. calças compridíssimas

Rio de Janeiro,

Começou com as barras das calças skinny sendo dobradas até o ossinho do tornozelo ficar a mostra. Daí as calças capri apareceram nas passarelas, editoriais e nas ruas como uma opção vinda dos anos 50 (que teve um revival fortíssimo nos anos 90) para modernizar essa peça tão útil do nosso armário (e deixando os amados sapatos à vista). Mas a moda, democrática como nunca antes, fez um contraponto às calças mais curtas, visto com elas em quase todas as coleções de Resort 2012, as calças bem compridas.

Tão compridas a ponto de cobrir os saltos mais altos seja num modelo pantalona ou reto. Em looks parecidos como os da Akris e Tribune Standart, é possível perceber que a bainha maior deixa a silhueta longilínea mais facilmente. Já as calças capri funcionam bem em quem já tem pernas compridas, principalmente se acompanhadas por sapatos (mesmo que fechados) de salto e com cores sem tanto contraste com a da calça.
Mas é preciso ter cuidado com o quão longa a bainha está. O efeito “alongador” só existe quando o comprimento está alinhado ao chão, sem deixar aquele amassadinho pelo excesso de tecido. E como sua barra pode arrastar no chão é melhor reservar para eventos em locais fechados onde não há o perigo de sujar a bainha com tanta facilidade (excessão que não precisamos abrir para as calças curtas).
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||Para comprar no Brasil ||
A Talie NK acabou de lançar sua pré-coleção de verão com diversos modelos de calças curtas (com bainha dobrada) e compridíssimas em alfaiataria e jeans. Vale conferir o lookbook no facebook da marca.
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Os destaques do Vitoria Moda Show

Rio de Janeiro,

Nove marcas desfilaram suas coleções de Alto Verão (delas, 7 femininas) no Vitória Moda Show dando ideia para a imprensa do Brasil inteiro, compradores e consumidores, das tendências do que iremos encontrar nas araras de Novembro à Janeiro (quando as coleções de Alto Verão chegam às lojas).

As palazzo pants da Vide Bula – A marca de moda bem pop caprichou na quantidade de calças pantalonas e palazzo de tecidos levíssimos. As estampas com o Rio Antigo eram de desejo imediato.

Os recortes geométricos da Amabilis – Apesar do styling depreciar a coleção, pude ver nas araras do backstage o trabalho fabuloso da marca que explora recortes geométricos de uma forma quase inusitada. As transparências eram lindas, assim como a cor salmão-kani que fica absolutamente lindo em peles bronzeadas.

Os babados da Exatta – A Exatta apresentou uma coleção romântica e vasta em babados. Nos detalhes ou compondo peças inteiras, acabam sendo uma boa opção para quem tem o corpo mais mignon (pequeno e delicado). Quem tem seios pequenos vai poder abusar das camadas de babados e dos laços aplicados no colo das peças.

A barriga de fora e os nozinhos na Missbella – Parece que as marcas capixabas estão apostando mesmo em uma mulher segura do seu corpo a ponto de mostrar a barriga nessa temporada. A Missbella foi uma das muitas marcas ao encurtar o comprimento das camisas na maioria das vezes com nozinhos. Esse truque que já temos visto bastante esteve presente tanto nas blusas com saias de cintura alta e coletes (para quem não quer deixar a barriga de fora) quanto nas blusinhas estampadas.

O degradê de tecidos da Lei Básica –  Em um desfile com clima de campo, não puderam faltar florais mais rusticos com os tão famoso jeans da marca. Muita transparência nas rendas, recortes vazados e barrigas de fora sempre pedindo um pouco mais de pele a mostra nesse verão. Mas foi interessante ver que a mistura de tecidos (o floral com o crochê) foram tingidos dando a impressão de um degradê entre os eles.

Os trançados da Uot – Com uma moda praia bem casual, o ponto forte da Uot foram as peças trançadas que se tornam um boa opção de saida de praia, seja na barra das camisas ou nos coletes mais abertos. A marca ainda conseguiu apresentar um biquini incrementado pela modelagem sem deixar de ser usável.

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CARLA LEMOS é carioquíssima, mas radicada em São Paulo. Tem 28 anos e há 6 criou o Modices para compartilhar a sua visão de moda: com mais cor, estampas, comportamento e cultura. Dona de um estilo super autêntico, Carla é apaixonada por Londres, sonha com Tóquio, tem o samba e o rock tatuados. Já atuou como stylist de atrizes, campanhas e editoriais, além de ser uma ótima astróloga de mesa de bar.

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Sophie Charlotte e seus gostos de moda

Rio de Janeiro,

Aqui no Vitória Moda Show conheci a (gracinha) da Sophie Charlotte que estará na próxima novela das 9, Fina Estampa. Além de ser simpatissíssima, Sophie contou que está envolvidíssima no universo de Maria Amália, sua personagem, (filha de Lilia Cabral – protagonista da novela) uma revendedora de cosméticos. Ela disse que a figurinista da novela, Bete Filipecki, a está deixando bem a vontade com o figurino que será bem “menininha”, romântico e com muitos acessórios de cabelo.

Já na sua vida “real”, Sophie contou estar apaixonada por jeans estilo boot cut (ela disse que se sente alongada com ele) e que é louca por camisetas, especialmente as básicas. Ela afirmou não ter stylist mas disse ter vontade de ousar mais a se vestir, que por ter 22 anos ela ainda pode mudar de ideia e ser livre de preconceitos de moda.

Simpática e esperta a menina.

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CARLA LEMOS é carioquíssima, mas radicada em São Paulo. Tem 28 anos e há 6 criou o Modices para compartilhar a sua visão de moda: com mais cor, estampas, comportamento e cultura. Dona de um estilo super autêntico, Carla é apaixonada por Londres, sonha com Tóquio, tem o samba e o rock tatuados. Já atuou como stylist de atrizes, campanhas e editoriais, além de ser uma ótima astróloga de mesa de bar.

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