Lenço florido para o braço engessado

Rio de Janeiro,

_foto de Vitor Fernandes

Ok, o look dessa menina não é (nada) incrível, mas como resistir ao charme do lenço floral servindo de tipóia para o braço engessado?

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Franca Sozzani de coturno

Rio de Janeiro,

_foto de Vitor Fernandes

Franca Sozzani é italiana, editora-chefe da Vogue Itália (a mais conceitual de todas), tem pouco mais de 60 anos e usa coturno. Quero envelhecer assim <3

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CARLA LEMOS é carioquíssima, mas radicada em São Paulo. Tem 28 anos e há 6 criou o Modices para compartilhar a sua visão de moda: com mais cor, estampas, comportamento e cultura. Dona de um estilo super autêntico, Carla é apaixonada por Londres, sonha com Tóquio, tem o samba e o rock tatuados. Já atuou como stylist de atrizes, campanhas e editoriais, além de ser uma ótima astróloga de mesa de bar.

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Run Alexa Run

Rio de Janeiro,

_foto de Vitor Fernandes

Avistei Alexa Chung na primeira fila da Burberry quando o desfile já tinha começado e fiquei frustrada de não ter tirado uma foto dela. Até que hoje, quando peguei as fotos que o Vitor fez de streetstyle neste dia, achei ela entre fotos das editoras, Hilary Alexander do The Daily Telegraph e Franca Sozzani da Vogue Itália.

Apesar do look relativamente simples, Dona Alexa sabe fazer bem seu papel de coolhunter de não apenas identificar uma tendência, como ajudá-la a se propagar. Tá vendo o sapato da moça? Este modelo com “franjinha” é um clássico masculino (cujo nome ainda não descobri) que será o próximo a ganhar releituras em versões femininas. Pode ficar de olho ;)

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CARLA LEMOS é carioquíssima, mas radicada em São Paulo. Tem 28 anos e há 6 criou o Modices para compartilhar a sua visão de moda: com mais cor, estampas, comportamento e cultura. Dona de um estilo super autêntico, Carla é apaixonada por Londres, sonha com Tóquio, tem o samba e o rock tatuados. Já atuou como stylist de atrizes, campanhas e editoriais, além de ser uma ótima astróloga de mesa de bar.

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Camera bag Modices por Le Postiche

Rio de Janeiro,

 

No início deste ano resolvi que iria investir nos meus anseios de aspirante a fotógrafa. Deixei os desejos de luxo de moda de lado para investir em uma câmera reflex (a Canon 60D) às vésperas do Fashion Rio. Enquanto eu tentava me ajustar as novas possibilidades de uma câmera reflex com obturador, diafragma, iso e todas as suas variantes tinha uma questão que era ainda mais complicada para mim… Como transportá-la? Esta é uma câmera grande e pesada (ela é de metal!), muito maior que as microbolsas que eu estava acostumada a usar. As minhas bolsas grandes tem alças curtas, e se tornava um incômodo e tanto na hora de fazer uma foto rápida — era tão complicado tirar a câmera de dentro da bolsa que o momento da foto se perdia. Comecei então a pesquisar os modelos de bolsa para câmera disponíveis no mercado e minha conclusão foi: todos muito caros e/ou pouco funcionais. Queria uma que mantivesse a câmera bem protegida (como as Lowerpro) mas fosse bonita, de menina.

Então (graças a Camis!) tive a ideia de falar com a Le Postiche que é uma das parcerias do F*Hits para sugerir o desenvolvimento de uma camera bag. Uma semana depois a Fernanda, estilista da marca, me manda email contando que eles adoraram a sugestão (ela mesma estava pensando nisso depois de comprar uma reflex para ela também) e me convidando para fazer a bolsa em conjunto. Por sorte, eu estava a caminho de Congonhas e em menos de 8 horas encontrei com a Fê para conversarmos sobre a bolsa.

A primeira coisa que eu pedi foi para que a bolsa tivesse uma abertura rápida. Como gosto de fotografar pessoas (acho que tenho uma síndrome de paparazzi) queria conseguir tirar a câmera da bolsa com menos tempo possível — assim chegamos a esses dois zíperes na parte de cima da bolsa, ligadas por um cordão. A Fê ainda colocou um velcro na ponta para que, mesmo que não dê tempo de fechar os zíperes de volta a bolsa permanecesse fechada. Por dentro, a câmera tem um “bercinho” igual ao de mochila de fotógrafo: todo acolchoado e com módulos que permitem uma lente extra, flash, baterias e qualquer outro acessório. Aqui no dia-a-dia da viagem acabei descobrindo um “esconderijo” ótimo entre o bercinho (que é removível) e a estrutura de couro.

O design da bolsa ficou por conta da Fê e eu amei este ar retrô cool dela. Na frente, fizemos um bolso acolchoado para ipad e pequenos bolsos nas laterais (cartão de memória, celular…) e dois bolsos na parte de trás para colocar passaporte, cartões e tudo mais. A alça é comprida, para facilitar o acesso à câmera e ainda tem um reforço acolchoado para o peso não machucar os ombros.

Imagine o trabalho para fazer uma bolsa dessas? Pois é, ela deu tanto trabalho que a sua produção foi quase vetada. Só que, graças ao sucesso e aos inúmeros pedidos nos blogs das meninas do F*Hits, a Le Postiche divulgou no twitter semana passada que lançará as bolsas em uma edição limitada! Deste modo peço para quem sentiu suas preces atendidas com esta camera bag que curta, comente, tuíte (para o @LojaLePostiche) que quer a bolsa. Isso, com certeza, vai ajudá-los a produzir uma quantidade que atenda todas as interessadas ;)

Ainda não tenho informações sobre o preço, porém tenho certeza que terá um ótimo custo x benefício comparada às opções já existentes no mercado. Quanto a mim, estou super feliz e realizada com esta parceria. Não sei o que seria desta viagem, principalmente agora nas pequenas férias que comecei a desfrutar desde sábado, sem ela. Obrigada Fê! Muitíssimo obrigada Le Postiche <3

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CARLA LEMOS é carioquíssima, mas radicada em São Paulo. Tem 28 anos e há 6 criou o Modices para compartilhar a sua visão de moda: com mais cor, estampas, comportamento e cultura. Dona de um estilo super autêntico, Carla é apaixonada por Londres, sonha com Tóquio, tem o samba e o rock tatuados. Já atuou como stylist de atrizes, campanhas e editoriais, além de ser uma ótima astróloga de mesa de bar.

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A rua para comprar bem e barato em Londres

Rio de Janeiro,

Conhecer uma cidade é muito mais interessante quando se tem dicas de um moradora local. E eu tenho a sorte de ter a Mari (e o Fabrício) para me dar dicas fora do circuito turista (oxford street) de Londres. E hoje, no meu primeiro dia de férias, pegamos o metrô em direção à estação de Hammersmith (na Zona 2 da Piccadilly Line) para chegar na King Street cheia de lojas para você comprar qualquer coisa que você possa imaginar: itens de decoração, fotografia, eletrônicos, cama-mesa-e-banho, e roupas. De Pucci à Primark.

A nossa primeira parada foi na T.K.Maxx um outlet gigantesco de três andares com tudo (tudo mesmo): de marcas desconhecidas (talvez até para os ingleses) às Gold Labels, com peças de coleções passadas de Roberto Cavalli, Catherine Malandrino, Pucci, Galliano, Versace e até Alexander McQueen. Tem de tudo mesmo lá vestidos, lenços, óculos, bolsas e sapatos. Só é preciso um bocado de paciência e vontade de garimpar (eu tenho um pouco de preguiça, confesso) que dá para tirar achados incríveis de lá tipo uma jaquetinha jeans McQueen por 180 reais.
Vá até o último andar para conhecer também a seção de casa — tem peças da Le Creuset — crianças e de brinquedos ;)

Depois é a vez da irlandesa Primark que é uma rede popularzona presente em diversos países da Europa. O diferencial dela ,em relação às lojas populares do Brasil, é o estilo: tendências fresquinhas a preço de banana. Bom, mas tem tudo poderia ser perfeito: a maior parte das peças são de tecido sintético até o último fiapo. Mas dá para garimpar algumas coisas interessantes, principalmente camisetas de personagens (Mickey, Zé Colméia e Elmo) e bandas (de Beatles à Jessie J) que custam entre 9 e 24 reais, pijamas, lenços, sapatos (tenho uma sapatilha de 4£ comprada em Setembro que mesmo andando na chuva continua em inacreditável perfeito estado), malas (para aquele excesso emergencial de bagagem), bijoux, óculos (divertidos e modernos) e até perucas coloridas (pra fazer a Natalie Portman em Closer).

A loja mais conhecida é a de Oxford Street (a Visconde de Pirajá daqui) e é a mais cheia também (tipo shopping em véspera de Natal). Esta de Hammersmith é maior e bem mais calma, só que eu e o Vitor tivemos a impressão desta loja ser um pouco mais cara que a outra.

Depois da Primark não quis avançar mais 2 passos na King Street, e voltei correndo para o metrô. A Mari deixou um catálogo da Argos pra gente conhecer. Essa loja vende móveis, brinquedos, eletrônicos, roupas, instrumentos musicais… Avistei algumas lojinhas de decoração com preços bem bons por lá também.

 

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CARLA LEMOS é carioquíssima, mas radicada em São Paulo. Tem 28 anos e há 6 criou o Modices para compartilhar a sua visão de moda: com mais cor, estampas, comportamento e cultura. Dona de um estilo super autêntico, Carla é apaixonada por Londres, sonha com Tóquio, tem o samba e o rock tatuados. Já atuou como stylist de atrizes, campanhas e editoriais, além de ser uma ótima astróloga de mesa de bar.

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Como usar blazer amarelo flúo

Rio de Janeiro,


_foto de Vitor Fernandes

Quando vi essa moça fiquei hipnotizada pelo seu blazer neon e como ela conseguiu criar um look para usá-lo de um jeito adulto (e não de adolescente japonesa). O grande segredo aqui acredito que é, mais que as peças de formas básicas, a coordenação de cores — azul jeans (neutro), pretos e cinza (sóbrios) . E para deixar ainda mais descolado (e fazer a gente achar que nunca vai conseguir fazer em casa) ela complementou com bordado na camisa da mesma cor do blazer e a armação tartaruga do óculos (olha como harmonizou com o tom do cabelo e não pesou no rosto).

Daqueles looks que dá vontade de repetir em casa. Só falta saber onde encontrar este blazer…

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Issa e os chapéus de pele

Rio de Janeiro,

Depois de um verão inspirado no Rio de Janeiro (com direito a Ana Beatriz Barros de esplendor de carnaval e tudo), Daniella Helayel buscou inspiração no trans-siberian que liga a Rússia à China para criar o inverno da sua Issa. Esta viagem rendeu um desfile lindo, étnico, cheio de estampas e cores interessantes. E sempre tem um detalhe, que pode até não ser o ponto alto da coleção, mas que se destaca, como os chapéus de pele que estavam bombando também do lado de fora das salas de desfiles.


A primeira vez que vi esse tipo de chapéu sendo usado em um visual moderno (e não típico como das chinesinhas da foto acima) foi pesquisando looks da então plebeia Kate Middleton que, apaixonada por acessórios de cabeça, usou o modelo estilo diplomata russo (esse quadradão) há alguns anos. Depois foi a vez da Carol Castro que chegou de uma temporada aqui no velho continente, no final do ano passado, com um diplomata com orelhas de gatinho e o tradicional ushanka (este com orelhinhas tipo chapéu do Chaves, que o Kurt Cobain também adorava usar) na mala.

Claro que não é um adorno apropriado para o Brasil (salvo algumas excessões sulistas) mas vale a informação para ficar de olho no que vem de influência por aí do leste europeu e, claro, da China (que vai dominar o mundo).

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CARLA LEMOS é carioquíssima, mas radicada em São Paulo. Tem 28 anos e há 6 criou o Modices para compartilhar a sua visão de moda: com mais cor, estampas, comportamento e cultura. Dona de um estilo super autêntico, Carla é apaixonada por Londres, sonha com Tóquio, tem o samba e o rock tatuados. Já atuou como stylist de atrizes, campanhas e editoriais, além de ser uma ótima astróloga de mesa de bar.

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