Dá pra gostar de uma cidade que você conheceu quando se chega em casa? Bom, minha experiência em Amsterdam não foi das mais agradáveis (muito frio e chuva) mas revendo e relembrando as coisas que vi por lá vejo que a capital da Holanda é realmente fascinante… e de costumes bem curiosos. A relação deles com as janelas é um exemplo. Lá as cortinas estão sempre abertas. É irresistível enfiar o carão pra ver a decoração da casa ou o que a pessoa está fazendo (o Big Brother foi criado lá!). E este gosto pelo voyerismo acaba atiçando a criatividade dos holandeses e a gente encontra janelas assim pela cidade:
com soldadinhos de playmobil fazendo a guarda de uma vitrine,
superman que passa os dias admirando os patos e cisnes do canal,
e os fantoches de dedo que deixam as grades afiadas (meio medievais, né?) mais fofas.
Reparou que o Modices tá de “capinha” nova há alguns dias, né? É que a iSkin é a nossa nova patrocinadora e já chegou deixando o blog com ares tecnológicos. Ela é marca canadense especializada em acessórios para os gadgets que a gente já não consegue viver sem, de iPhone à Blackberry, iPod e iPad e claro, laptops. Aliás, a iSkin foi a primeira empresa no mundo a criar capinhas para a primeira geração de iPods!
E falando em iPods, a iSkin acabou de lançar um novo case para iPod touch 4G, o Pebble. Ele tem uma textura incrível em relevo e cores inspiradas em pedras preciosas — super tendência deste inverno que acaba de chegar às lojas e o próximo. Além disso ele, assim como boa parte dos produtos da marca, tem uma proteção antimicrobiana (contra bactérias e fungos) e uma aba para proteger o plug de carregamento.
Para conhecer tudo que a iSkin oferece para deixar nossos aparelhinhos eletrônicos do dia-a-dia mais fashionistas e protegidos clique aqui. Sim, eles entregam no Brasil e você ainda pode encontrar os produtos nas lojas da Fnac, Saraiva e iPlace
Mais que uma tendência que não tem saído de moda, o Rock é um estilo (de vida). A Lívia veio me pedir no facebook ideias de look para ir ao show do Roger Waters (ex-Pink Floyd, uma das bandas de rock mais sensacionais de todos os tempos) e imediatamente lembrei desta menina de Paris.
Adoro como ela usou todos os elementos clássicos de um visual rocker — jaqueta perfecto de couro preto, camisa xadrez e coturno — com a calça metalizada com textura de cobra (uma peça super itgirl, né?), fazendo um mash-up das influências do glam rock e do grunge. Ficou moderno, criativo e original
Depois de longos meses o encontrinho do Modices está de volta e agora ele se chama girls drink night(mais abrangente, né?) e acontece já este domingo, dia 1 de Abril (não é mentira, gente! JURO!!!) no Quiosque da Coca-Cola onde está agora o Andy’s o melhor cachorro-quente (e batata-frita) do Rio de Janeiro.
Nesta edição temos o apoio de Mumm que mandou várias garrafas de espumante para animar o nosso papo.
Resolvi marcar num domingo (e quero saber se vocês preferem durante ou no fim da semana) para tentar reunir mais gente de vários locais do Rio. Tem metrô e dezenas de linhas de ônibus que passam pertinho! E já sabe, né? Pode levar quantas amigas quiser!
Não vejo a hora de reencontrar as amigas e conhecer leitoras novas! Qualquer dúvida e informação extra é só deixar comentário aqui ou mandar um email pro modices@modices.com.br
Foi assim, numa tacada só (coisa de meia hora) que estas fotos de gente usando colares extra longos apareceram pra mim. Quem não tem um cordão seu, da mãe ou da avó assim… uma corrente enorme que dá várias voltas no pescoço? Mas e se você não der nenhuma? Só encaixar e usá-lo solto ao longo do corpo?
Colares compridos são ótimos para ajudar a alongar a silhueta. Mesmo sendo maximalista gosto muito quando o colar tem apenas uma corrente. É tão anos 90, né?
É só ter um flagra das gravações de Gossip Girl, que todo mundo fica atento pra saber qual vai ser a bela sacada do Eric Daman(figurinista da série). Vamos combinar que há um tempo atrás o alvoroço era maior em torno dos looks das personagens, mas não consegui deixar de prestar atenção nesse mix de cores que a Blake Lively apareceu usando. A gente vê o color blocking (tendência mais que usada no último ano), com o link da clutch azul claro e ao descer os olhos na imagem é natural esperarmos por um sapato mais contrastante e somos surpreendidos com o rosa bebê de um scarpin. Mais um color blocking com ton sur ton de excelência.
Desde que o Fashion Rio passou a ser do mesmo grupo investidor da SPFW há uns (2?) anos muito se especula sobre a unificação das semanas de moda e a mudança no calendário. No Brasil a temporada de desfiles acontece apenas 2 meses antes da chegada das roupas às lojas. Por mais que a gente queira consumir instantaneamente, as marcas reclamavam que era muito pouco tempo para que eles conseguissem dar conta da produção dos pedidos das multimarcas. Na temporada internacional os desfiles acontecem 6 meses antes da coleção chegar às lojas.
Aí a Luminosidade (que controla o FR e a SPFW) anunciou hoje que as datas do calendário vão mudar para que as marcas daqui tenham o mesmo tempo que as de lá para produzir. Agora as apresentações das coleções de verão acontecem em Março e as de inverno em Outubro. Ou seja, na sequência das temporadas internacionais que acontecem em Fevereiro, as de inverno, e em Setembro, as de verão.
E na prática o que isso quer dizer? A moda brasileira está amadurecendo.
_foto de Lucas Landau com intervenção minha
Ou, pelo menos, sendo forçada a amadurecer rápido. Sendo otimista, espero que isso represente menos cópia, menos mesmice e mais ousadia e criatividade. Adoraria ver as marcas aproveitando este tempo maior de produção para cuidar melhor da qualidade dos seus produtos, e se profissionalizar. Sim, e não falo só de profissionais qualificados (porque eles existem), mas de inteligência de negócios. Grande parte (mesmo!) das marcas de moda (inclusive entre as que desfilam) no Brasil tem uma administração ineficiente, quase amadora (tipo órgão público onde as pessoas ocupam cargos sem a menor qualificação técnica e estão ali por indicação?).
A mudança no calendário afeta não só as marcas que desfilam mas toda a cadeia da moda. Todo mundo vai ter que pensar mais e confiar no seu feeling(antes mesmo de ter informações lá da Europa e dos EUA) para desenvolver suas coleções. Os criadores vão precisar conhecer melhor seus consumidores e no final das contas isso pode render uma moda com muito mais identidade brasileira. Tô sendo muito romântica?