Maison da Louis Vuitton e a exposição de Yayoi Kusama em Londres
Rio de Janeiro,Uma das experiências F*Hits desta semana foi com a Louis Vuitton. Fomos conhecer à maison da marca na Bond Street — a única do mundo a ter um stylist, o Márcio (que veja só é carioca!), a disposição dos clientes. A gente tem uma imagem da marca, hoje em dia, tão forte com a linha pret-à-porter (criada em 1997) e de bolsas — ambas com direção criativa de Marc Jacobs — que muitos não sabem que a origem da marca está nas viagens, quando lá em 1854 o próprio Louis Vuitton abriu sua oficina e reinventou as malas existentes até então. Assim, o lema da grife é viagens e descobertas, e eles definem isso muito bem num vídeo institucional lançado este ano: “A journey is not a trip. It’s not a vacation… It’s a process of self-discovery”, algo como “Uma viagem não é simplesmente uma viagem. Não é férias… É um processo de auto-descobrimento” (eu me sinto muito assim!)
O diretor geral da Louis Vuitton na Inglaterra, que nos recebeu, também contou que o que torna a loja da Bond Street numa maison é a bookstore do segundo andar, com uma seleção extraordinária de livros de moda e arte, com espaço para pequenas instalações de arte.

A marca tem uma paixão por arte contemporânea (a cara do Marc, né?) e patrocina várias exposições como a da artista japonesa Yayoi Kusama, que rola até Junho, no Tate Modern. Conheci a Yayoi há alguns anos, num anúncio de um celular com a assinatura dela na Guinza (a minha revista japonesa de moda favorita). Ela é conhecida por sua criações com poás, e foi ótimo conhecer outro lado do seu trabalho nesta exposição. Fiquei apaixonada pelas suas pinturas mais recentes que lembravam ilustrações de células do livro de biologia.
Há grandes possibilidades que esta exposição seja uma introdução (aka. hypada) no trabalho da artista para depois a Louis Vuitton lançar bolsas com a colaboração dela (como já foram feitas com tantos outros artistas). Aguarde bolinhas em speedys perto de você

