Insights sobre moda | O que suas clientes realmente pensam sobre jeans

Cada vez mais vemos o mercado brasileiro de moda se perdendo em meio a referências internacionais, tentativas de baixar os custos de produção e venda, ações de marketing desesperadas e um medo permanente de “quebrar”. A culpa é da crise, dizem, mas a gente já provou que não. A questão é que as marcas brasileiras continuam insistindo em não direcionar seus esforços em relacionamento com cliente e simplesmente perderam o barco: não sabem o que sua consumidora quer comprar, não sabem o tipo de produto que sua cliente quer e muito menos o que elas querem de cada marca. Fica difícil, né?

insight sobre moda

Se você acompanha o Modices, sabe que a gente não resiste em compartilhar nosso conhecimento sobre o mercado de moda – e sabemos que tem muita marca que usa esses posts como referência para melhorar em diversos aspectos ou até reconstruir sua forma de pensar o esquema moda-produto-cliente. Por isso, hoje damos início a uma nova tag aqui no Modices (mais uma!) para compartilhar ainda mais dos nossos insights sobre o mercado de moda. Vamos?

Há algumas semanas, abrimos uma discussão lá no grupo para conversar sobre jeans: como nós – mulheres reais, consumidoras, de diferentes backgrounds, com as mais variadas referências de moda – comprávamos e lidávamos com os nossos jeans? Afinal, o Brasil é um dos maiores produtores de peças jeans do mundo e um dos maiores consumidores também. O jeans é a matéria prima da maioria das nossas peças-chave. Seja saia jeans, short, calça, jaqueta, camisa e até vestido, o jeans é a base do nosso guarda-roupa. A versatilidade do jeans não tem limites.

Então, por que é tão difícil consumir jeans no nosso país?

jeans tamanhos modelagem

Perguntamos como era feita a escolha da compra (necessidade ou desejo?), onde eram os lugares preferidos para comprar (loja física? online? quais marcas?), se havia fidelidade na hora de escolher a marca e o que nós achávamos de modelagens/tamanhos das peças jeans de hoje em dia.

Esses foram os nossos insights sobre jeans, provocados por quem usa (ou parou de usar) na vida real:

Necessidade X Desejo

Quando começamos todo o papo sobre jeans, foi natural que ele “migrasse” para uma troca de experiências em relação a partes de baixo (calça, saia, short) jeans. Elas acabam sendo a maior referência de contato com o material por serem as mais usadas e as preferidas das mulheres brasileiras. Mas a gente acredita que elas são ~top of mind nesse aspecto também pelo problema que o consumo delas se tornou.

De acordo com as mais de 70 participantes da discussão, a maior motivação para a compra do jeans é a necessidade porém, a grande maioria preferia comprar por desejo. Não é curioso? Existe uma vontade latente e real de se divertir com a compra de jeans, de procurar uma peça que mais se adeque ao seu mood, de desejar um jeans específico ou um modelo específico. As mulheres com as quais a gente conversou querem se apaixonar por peças jeans mas não conseguem.

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É muito louco que exista um desejo pelo desejo e que o mercado do jeans não consiga suprir isso. Essas mulheres enxergam o cenário ideal (desejar – se apaixonar – comprar) como quase impossível e não faltam razões para isso. A principal é que elas consideram ser extremamente difícil achar uma modelagem que agrade e apontam que há pouca oferta de modelagens no mercado – principalmente modelagens adequadas para um corpo típico da brasileira, o que é incoerente dado que produzimos tantos jeans por aqui.

O que vimos descrito por essas mulheres, principalmente, é uma mudança de comportamento que elas identificaram em si mesmas: elas compravam jeans por desejo e, de repente, não conseguiram mais. E isso é extremamente frustrante em diversos aspectos. Primeiro, porque jeans é uma peça de conforto quase emocional para a mulher brasileira – o que justifica termos uma “necessidade” em consumi-lo, o que justifica nos esforçamos na busca pelo jeans ideal mesmo sabendo que esse é um processo mais frustrante do que prazeroso.

Por que não gostamos das marcas brasileiras de jeans?

Ficou claro rapidamente que a maior razão da frustração feminina com o mercado jeans são as modelagens. Mas não só porque elas não nos vestem da melhor forma possível. Falta variedade, falta opção que supra esse desejo por um jeans ideal, sabe aquela história do jeans ser o nosso maior amigo e companheiro? As marcas brasileiras parecem mais interessadas em “enfeitar” os mesmos modelos de jeans, coleção atrás de coleção, enchendo-os de detalhes, acabamentos e lavagens diferentes, mas não se interessam pelo básico – que é tudo o que sua consumidora quer.

mercado de moda jeans

A consequência disso é que uma boa parte das mulheres brasileiras acabam se adaptando melhor aos jeans de fast fashion gringas do que aos nacionais. Vimos no grupo uma quantidade enorme de garotas que, depois de muito buscar, se identificaram com jeans da Zara e Forever 21 – o que é um absurdo, mas algo totalmente lógico – ou com lojas de departamento onde conseguem achar os melhores preços. E esse processo é muito claro: se a cliente sabe que o processo é frustrante, por que ela pagaria mais do que o mínimo para ter tal produto?  

Isso significa que a consumidora de jeans no Brasil não é fiel à marca alguma do segmento – e isso significa que existe um nicho enorme nesse mercado – porque nenhuma das marcas disponíveis é capaz de entregar o que ela deseja. As marcas internacionais acabam chegando mais próximo do que as nossas consumidoras entendem por “jeans desejo”, mas como normalmente se baseiam em modelagens norte-americanas/européias, acabam não sendo ideais e ainda trazem a barreira do preço muito alto.

Modelagens e tamanhos: as marcas brasileiras não acertam

É unanimidade: todas as mulheres com quem conversamos se consideram fora do padrão estabelecido pela indústria do jeans. Como mulheres criadas na sociedade patriarcal que acaba com a nossa autoestima, é natural que culpemos o nosso próprio corpo por estar fora do padrão, mas a realidade é outra. A culpa não é nossa e sim de quem cria e produz os jeans brasileiros.

insight moda jeans

Mulheres brasileiras têm curvas, têm o quadril mais largo que suas cinturas, têm coxas grossas e é simplesmente inaceitável que a nossa própria indústria não produza peças que levem em conta o tipo de corpo mais comum no país.

Citada por uma boa parte das consumidoras, a Levi’s foi uma marca que se posicionou muito bem ao fazer jeans que “entendem” que mulheres têm corpos diferentes e portanto precisam de jeans que vistam de uma forma diferente em cada uma. Aparentemente, as marcas brasileiras ainda não entenderam isso.

Marcas, melhorem :)
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Maquiagens para quem não quer fazer a mulher fatal o tempo todo

Em algum momento da vida, nessa sociedade patriarcal que tanto nos fere, estabeleceram que mulheres – todas elas – deveriam ser sexy. Ou santas. Ou as duas coisas, naquela vibe “santinha na rua e sexy para o maridão” (socorro).  É aquela coisa de tentar definir o valor da mulher através da forma como a gente se veste, se comporta, se maquia. A verdade é que a gente pode ser como a gente quiser, quando a gente quiser, mas ainda existe na sociedade e principalmente na mente dos hômis a ideia de que maquiagem serve para nos transformar em mulheres fatais lindíssimas para atrair o sexo oposto.

A realidade é que, como já falamos aqui, a maquiagem deveria ser antes de tudo um recurso para sermos quem tivermos vontade (inclusive sexy), uma diversão, uma fantasia. E muitas vezes, a gente fica com receio de não estar com cara de ~mulherão e ser julgada pelas pessoas e aí, ao invés de nos jogarmos no batonzão preto que queríamos experimentar, vamos com o esfumado de sempre e um batomzinho nude.

A gente acha que todas temos liberdade de escolher como queremos e o que queremos, mas que se permitir a diversão é fundamental para nossa autoestima. E se você quer algumas inspirações para maquiagens mais artsy, para sair da zona de conforto, esse é o post e o lugar.

A gente já falou aqui sobre o amado – e muitas vezes temido batom azul. Às vezes ficamos com receio de usar cores fantasia, né? Não que um batom azul precise de muito pra complementá-lo, mas como o foco desse post é ir além, olha o que a maravilhosa da Nikkie propôs com o batonzão. A maquiagem do olho, apesar de chegar no clássico, tem toques supermodernos, como o delineador puxadinho na parte da frente.

Nem todo delineado precisa ser preto, né gente? Pensando em um look mais ~fresh, a Jaclyn uniu um delineador verde água com um lápis lilás na linha d’água. E fica incrível. Por que você também não tenta adicionar uma corzinha, hein?

Há pouco tempo falamos sobre glitter em todo lugar da maquiagem, inclusive no delineador, lembram? Aqui a Shannon tem ajuda a fazer um delineado bem montação mesmo, pra não passar despercebida, né amores? Delineador é sempre algo que nos faz passar pequenos sufocos, mas é a técnica é praticar! Vamos combinar que um delineador duplo fica um pouco mais difícil, mas não é por isso que a gente vai deixar esse close passar, né?

Sim! Está tudo no côncavo e no delineado. Nesse vídeo aqui você aprende aquele trucão que já apontamos aqui como uma nova tendência da maquiagem: o côncavo com brilho. Não tem porque perder uma oportunidade de colocar o glitter na cara, manas. A Desi te explica como sair do esfumadinho básico e apostar com tudo nessa trend.

Você que ama um esfumado clássico, já tentou usar um mais artsy? Vamos sair dessa zona de conforto e usar uma cor, mana! Aqui, a Farah ensina direitinho como fazer toda a make em tons de azul. Uma ótima oportunidade pra você sair daquele pretinho com marrom, né?

O objetivo maior dessa lista é encorajar a todas nós de fazer o que quisermos fazer. Ninguém é obrigada a ter olhar de Megan Fox o tempo todo. E é importante também que a gente seja feliz e seja quem a gente quer ser, sem ter que ficar se equiparando a terceiros – principalmente porque cada uma vive uma realidade e cada uma tem sua própria personalidade. Maquiagem é empoderamento e também diversão. Você é a pintora e a própria obra de arte.

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Nossas 20 (primeiras) impressões sobre o Rio Moda Rio

Assim que soubemos que o Ridijanêro seria agraciado com um movimento de moda ao invés de uma simples semana de moda, enchemos o coração de esperança. O Rio Moda Rio veio prometendo mexer com a nossa (adormecida) moda carioca e chegou cheia de atitude. Nesse primeiro post, vamos contar as nossas primeiras impressões (que vocês sabem, são as que ficam) ~sinceronas sobre o evento:

Desfile da @osklen no Museu do Amanhã durante o @riomodario

A photo posted by Agência Fotosite (@agfotosite) on

1. Para chegar no Píer, você tem que passar por toda Praça Mauá que ‘tá dando pinta de reformada e se pergunta: aqui não era tudo “mato”?

2. Logo na entrada da praça a gente se deparou com um telão enorme onde vão passar os desfiles. Se você não quisesse entrar no evento, era relaxar e assistir os desfiles lá do Museu do Amanhã. Ponto positivo para inclusão do movimento.

3. Quem quisesse ir por conta própria tinha que desembolsar 65 dinheiros (eles têm o programa da meia entrada para estudantes, crianças e idosos). Não é super baratinho, mas ó, pelo menos não é aquilo lá de evento só para convidados.

4. Aí você lembra que pelo menos tem a chance de fazer parte dessa nova geração da moda carioca – coisa que no falecido Fashion Rio não era tão possível, já que o close só podia ser dado se você tivesse convite de desfile ou dos lounges.

5. “Ué, mas eu posso transitar nos lounges?” Podia sim, mana. Era ir tranquila e fazer a Dora Aventureira.

6. A serenidade no olhar de quem descobre que tem pipoca e cervejinha gratuita no lounge da Elle.

7. E quando você descobre que pode agendar uma make com o pessoal da Natura? Podia ir lá e conhecer a coleção nova e usar também. Ah! Comprar também.

8. Sabe quando você não está nos melhores termos com a autoestima (acontece com todo mundo)? Mas e aí, de repente, uma modela muito incrível te para e pergunta se pode tirar uma Polaroid sua e que você pode cadastrar essa polaroid e enviar – para quem sabe – virar uma das carinhas que aparecem em comerciais? O coraçãozinho até aquece com uma ação dessa que prove a pluralidade da beleza.

9. A boa era levar um trocadinho porque você também tinha a chance de comprar nas Pop Up stores lá de dentro. Além de sair com coisas incríveis, você dá aquele suporte para as marcas independentes desse Rio de Janeiro e conhece seus criadores. Gente de humanas vive da arte, mas também precisa pagar as contas, não é mesmo?

10. Vamos falar sobre pessoas. Sabe quando você passa e quer ser/ter amizade com aqueles serumaninhos? Lá essa vontade é ainda mais exaltada. É gente linda e gente de verdade.

11. Empoderamento a gente vê estampado na cara.

12. Tá perdida no desfile, não leu release e não sabe nem do que se trata? Fica tranquila que um resuminho passa em vídeo e o desfile é contado por quem desenvolveu aquela coleção.

13. Teve showzinho no final do dia e ainda tinha muita comida para  afagar o seu ascendente em touro.

14. Miga, tá precisando de horas complementares para a faculdade? O Rio Moda Rio te ajuda. Palestras incríveis acontecem ao longo do dia. Além de aprender muito com essas conversas, você já garante aquelas horinhas que precisa pra se formar.

15. O pôr do sol! Precisamos enaltecer a vista do Píer Mauá.

16. Quando acabou a gente teve que correr meia maratona para chegar em algum lugar com transporte. Mas isso não é novidade para o carioca, né?

17. Mas você também tinha a ~incrível chance de andar de VLT. ¬¬

18. Assim que você chegava, já dava aquela vontade de ir nos outros dias.

19. E o desejo que esse movimento de moda seja contínuo, como prometido.

20. Por último e não menos importante: na Casa Flash que rolou por lá, você era presenteado com um tutorial inteiramente gratuito de novas poses.

E você? Passou por lá? O que achou do Rio Moda Rio?

foto de capa: Gabriel Dutra

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Casamento na Real | O trabalho que dá ser madrinha (e como você pode ajudar)

É muito comum que noivas em meio à organização do casamento, tendo que lidar com oitocentas e setenta coisa ao mesmo tempo, se tornem levemente autocentradas. Faz sentido: você passa muitos meses focada no casamento (principalmente, se for o seu primeiro), tomando decisões que levam em conta exclusivamente a sua vontade (às vezes, a do noivo também) e planejando o que será um dos dias mais importantes da sua vida.

Por isso, noivas ficam mono-assunto e, por isso, muitas noivas acabam entendendo que o próprio casamento é tão importante para as pessoas à sua volta quanto pra si mesmas. E ó, infelizmente, não é. Essa “transferência” acontece principalmente com as madrinhas. Sim, se você chama suas melhores amigas para serem madrinhas num dia tão importante para você, é claro que de alguma forma esse dia tem um valor especial para elas também. Mas você não pode esperar que elas tratem o seu casamento como se fosse o delas. Vem cá!

Ser madrinha dá um trabalho enorme

Como eu disse antes, toda noiva fica meio auto-centrada e já vi muita noiva que simplesmente esquece que suas madrinhas têm uma vida que nada tem a ver com o casamento e que ser madrinha exige tempo, disposição e dinheiro. Algumas noivas exigem que as madrinhas, por exemplo, não só compareçam como organizem, participem ativamente e arquem com os custos (!) de todos os eventos pré-casamento: chá bar, chá de lingerie, despedida de solteira e o que mais inventarem até lá.

madrinha vestido noiva

 

E aí você também exige que o vestido seja de uma cor específica ou que elas não usem azul porque sua mãe vai estar de azul. E você também exige que ela faça maquiagem e cabelo no salão. E você também espera um bom presente, afinal são madrinhas, né. E no dia do casamento elas devem estar lá 1h antes de todo mundo. E na hora da festa, elas precisam estar na pista com você o tempo todo. Dá muito trabalho, então valorize suas madrinhas porque ninguém é obrigada.

Por que fazer suas madrinhas gastarem uma fortuna?

Tudo isso que falei no tópico anterior custa dinheiro e muito! São cem reais ali, duzentos reais aqui para viabilizar os eventos paralelos, alguns muitos reais de cabelo e maquiagem, muitos e muitos reais do vestido do jeito que você sonhou pra ela (e provavelmente ela nunca mais vai usar), vários reais do presente de casamento e dos chás todos. Se você estiver planejando um casamento low-budget, é ainda mais feio exigir que elas gastem tanto dinheiro em seu benefício.

madrinhas casamento dinheiro

Lembra que na vida da sua madrinha pode estar acontecendo um monte de coisas e que pra ela te dar a lingerie que você escolheu pode ser que tenha que abrir mão de algo importante pra ela. Ah! Vale lembrar que se você chamou o casal casado para ser madrinha-padrinho, todos os gastos são em dobro.

O vestido de madrinha

Elas vão estar se virando para fazer tudo do seu jeito, gastando com você o dinheiro que tinham programado investir em uma cortina nova pra sala, aceitando que não vai sair com o crush preferido no sábado porque é seu chá-bar… Enfim, se dedicando. Então, facilita a vida das migas o máximo que você puder, principalmente em relação ao vestido.

minhas madrinhas no meu primeiro casamento - reparem na fenda de Carla Lemos <3

minhas madrinhas no meu primeiro casamento – reparem na fenda de Carla Lemos <3

No meu primeiro casamento, eu quis que todas usassem a mesma cor (noivas têm dessas coisas), mas parei pra pensar que era sacanagem que elas gastassem uma fortuna num vestido que nunca mais fossem usar, só porque eu queria. Então, sugeri que todas fossem de preto, só exigi que fosse longo porque era num lugar arrumadão. Elas amaram e já usaram os vestidos várias vezes em outras ocasiões. E modéstia a parte ficou deuso nas fotos. E olha, como fiz essa exigência, me senti no dever de liberá-las da obrigação do presente (que elas fizeram questão de dar, porque são demais). No segundo casamento, eu não exigi nada e ainda disse que não queria vê-las gastando fortunas (principalmente com presentes), já que é uma festa total low budget.

O sonho da noiva X a realidade

Noivas têm sonhos, né? Apenas pense se seus sonhos são possíveis/confortáveis para suas madrinhas. Elas querem se sentir lindas no dia do seu casamento, será que é legal colocar todas com o mesmo modelo de vestido (mesmo que não vista bem em todo mundo)? Será que é legal exigir que a cor seja amarelo canário, obrigando a elas que mandem fazer o vestido? Será que é legal dizer que elas não podem usar óculos, ou cabelos soltos, ou esmalte vermelho (todas essas histórias verídicas)? Será que é legal que elas gastem R$300 cada uma para possibilitar o chá que você quer? Será que é legal esperar ou exigir um presente incrivelmente caro?

madrinhas bridesmaids

 

Pense bem o quanto o que você quer é plausível e converse com suas madrinhas sobre as suas exigências – dando sempre a liberdade para que elas recusem esse papel tão importante. Sim! Elas podem recusar e não estragar a amizade por causa de coisas bobas.

Tem perguntas ou quer sugerir um tema? Conta aqui nos comentários ou lá no meu Instagram! :) Quer ver os outros posts sobre Casamento? É aqui!

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