Como usar o bodysuit, a peça esportiva mais sexy de todas

Não tem jeito, os jogos olímpicos pegaram todo mundo por aqui e é claro que nossos looks não ficariam imunes a essa enxurrada de referências “novas” que os esportes trouxeram. E não foi só a gente que se animou em exibir o espírito olímpico nos looks. A estilista Marta Reis, por exemplo, lançou uma coleção cápsula com foco em maiô e bodysuit nos mais diversos modelos totalmente inspirados nos jogos. Além de serem feitos com tecidos de poliamida e elastano, confortáveis e modelando o corpo, eles vêm com cores e recortes bem lindos num estilo que fica entre os maiôs maneiros das nadadoras e os collants das ginastas.

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« Dá só uma olhada no bodysuit que a Marta Reis fez especialmente pra Carla! Não é muito ginasta-nadadora? A Carla ‘tá só esperando o calor fora de época dar uma trégua para montar um look deuso – que claro, vocês vão ver por aqui e no Insta! »

A verdade é que não é uma tendência nova essa de usar maiôs e body como blusa, mas as olimpíadas deixaram a gente com ainda mais vontade de experimentar novos looks com eles. Aliás, já foi tempo que os bodies eram apenas considerados uma peça super sexy. Já foi tempo também que os bodysuits, por serem uma versão do maiô, eram abominados dos guarda-roupas (era um crime preferir o maiô ao biquíni).

Bora ver como as nossas meninas estão usando eles?

@mequetrefismos

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Principalmente pra quem vive em cidades cheias de praias e calor intenso, a peça serve como um verdadeiro aliado. Além de fresquinho (dependendo do modelo), ele também permite que você saia de uma balada direto pra um banho de mar – e quem não ama essa facilidade? Vale dizer, porém que apesar de todo amor, ele não é das peças mais práticas, considerando que toda vez que surgir a vontade de ir ao banheiro você vai ter que se despir quase que inteira.

Mas tirando toda parte burocrática do bodysuit-body-maiô, precisamos dizer que essa peça está sendo vista nos corpinhos pelos dias e noites cariocas e também tem dado muita pinta lá no nosso #modicesinspira.

O body é uma peça ótima pra quem ama cintura alta. Essa junção forma um look incrível e trás um ar de “mais arrumado”, parecendo até que você se esforçou muito pra essa montação que é naturalmente linda.

Por ser uma peça mais grudadinha na pele, ele pode ser combinado com shorts ou calças mais fluidos se a sua intenção for balancear as medidas. Falando em fluidez, viram como eles ficam incríveis com um quimono por cima?

Muitos bodysuits vem assumindo designs mais ousados, com decotes bem presentes, tanto nas costas como na frente. Se você tem medo de usar esses modelos por parecer ~sexy demais, é só combinar com peças mais românticas e divertidas, ou assumir a Sasha Fierce que vive dentro de você.

No fim, é só ornar com o seu estilo que tudo flui melhor. E você, já é adepta ao bodysuit? Conta pra gente!

||||| 7 amei! |||||

Batom-lápis: os Velvetease da MAC e mais dois que estou amando

Dia desses recebi aqui em casa aquele correio-maravilhoso-sonho-papai-noel-fora-de-época com não uma, mas quatro cores do novo batom em lápis da MAC, o Velvetease Lip Pencil (que já tem na loja online nova da marca). Muito mais do que experimentar as cores, eu estava louca para testar a textura - a textura aveludada é linda e confortável – e o acabamento, que varia de cor para cor sendo umas mais matte que outras.

Aqui tem algumas fotos pra vocês conferirem um pouco mais (e o tanto que eu ‘tava empolgada e fiz um monte de selfie logo quando eles chegaram).

Velvetease Lip Pencil, os batons em lápis da MAC

batom em lápis da mac

Velvetease Lip Pencil, os batons em lápis da mac

Aqui vai uma surra de selfies com algumas das cores da coleção:

Eu não sei vocês, mas eu estou cada vez amando mais os batons em lápis. Na real, eles se parecem muito com os batons em bala, só que em outro suporte – mais gostoso e prático de segurar. Falando em praticidade, também acho que eles são melhores na hora de retocar, por causa da pontinha mais grossa que ajuda na hora da aplicação.

A Nars já faz os batons nesse formato há bastante tempo, inclusive os de acabamento matte são os grandes Best Sellers da marca, e são ótimos. Outro dia experimentei o de acabamento Satin e gostei muito também. Olha só:

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E tem batom em lápis em marca nacional também, viu? A Natura me enviou um que eu ‘tô adorando muito (até mais do que o da Nars)! A pigmentação é ótima, ele é muito macio e não derrete – por isso até que ele tem sido meu companheiro em dias de jogos olímpicos.

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E você? O que acha dos batons em lápis?

||||| 7 amei! |||||

Estampa da vez: Borboletas

Sabe quando a gente começa a ver uma estampa surgindo por aí e quando se dá conta ela já virou uma febre? Foi assim com os girassóis, flamingos, estrelas e agora a nossa aposta é que as borboletas estejam passeando pelos looks. A estampa, que também conhecida como panapaná (coletivo de borboletas) é mais uma das heranças dos anos 90 que resolveu voar pra perto dos nossos corações novamente (risos). Já conseguimos ver essa estampa nas ruas, achar em lojas como a Marisa e até a musa mór das tendências, Kylie Jenner, usou para o editorial da Allure.

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Aliás, se tivesse um símbolo para o fim dos anos 90 e início dos anos 2000, esse símbolo certamente seria a borboleta. Tudo isso porque, aparentemente, passamos a compartilhar da obsessão de Mariah Carey por borboletas em todo lugar. Anéis, tatuagens, stickers e onde mais pudéssemos imaginar, lá existia uma borboleta. Inclusive nos cabelos, naquelas presilhas horrendas que a gente amava e enchia a cabeça delas. Mas tá aí, mais uma vez os anos 90 batendo a nossa porta e repaginando algo que era praticamente cultural da época.

As estampas de borboletas remetem a um certo romantismo, é bem fofo e sabemos que essa não é a vibe de todo mundo. Mas se você quer apostar nessa estampa da vez mesmo assim, vale combinar com peças mais pesadas ou investir em estampas de fundo mais escuro – pra quem é gótica-suave nunca perder sua essência, não é mesmo?

A grande verdade é que (quase) ninguém resiste a uma estampinha fofa, principalmente quando ela vem mais atual e ainda traz consigo um quê de nostalgia.  E pra quem curte o significado ~místico (a gente ama) por trás das coisas, a borboleta é símbolo da transformação e renovação, e esses já podem ser os seus novos motivos pra desejar a “figura” de borboleta por perto.

E aí, gostaram dessa estampa da vez? Se a resposta for sim e vocês já tiverem garantido uma peça cheia de borboletas, não esqueçam de montar aquele look esperto e mostrar pra gente no #modicesinspira.

||||| 2 amei! |||||

Boletim olímpico: as minas da ginástica

O nosso primeiro Boletim Olímpico já está no ar e, como falamos antes, vamos continuar prestigiando as minas que estão arrasando nessa Olimpíada. As mulheres brasileiras, por exemplo, já provaram que são as proprietárias desses Jogos Olímpicos, e isso só mostra o quanto estamos ocupando os nossos espaços com muita garra e por mérito todinho nosso. Agora é a vez de divulgar e enaltecer as histórias dessas minas incríveis da Ginástica Artística que nos roubaram suspiros nesse Rio 2016.

→ Rebeca Andrade e Flávia Sampaio

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Filha de uma empregada doméstica, com 7 irmãos e fã de Beyoncé. Rebeca tem 19 anos e compete pelo Brasil na ginástica artística. Foi ovacionada ao se apresentar com tanta alegria e músicas de Beyoncé na sua trilha sonora. É a nossa diva da ginástica e seu nome ainda vai brilhar muito. Queen B não é só a ídola dela, é alguém em que ela se vê e se identifica, e isso, ela mesma diz isso (retratando um pouco daquilo que falamos sobre representatividade):

“Quando eu escutei a música, eu me senti. Eu fico muito feliz quando estou fazendo ela. Eu me senti a Beyoncé”

Também competindo pelo Brasil, a caçula do grupo, Flavia tem só 16 anos e um carisma que já conquistou o coração de todos! Na sua primeira apresentação nas Olimpíadas foi ovacionada e todo público se derretia com tanta fofura. Flavinha foi a única brasileira a conseguir ir para final na trave, e garantiu vaga em outras duas decisões: por equipes e no individual geral. A pequena teve que morar longe da família quando tinha só 13 anos para conseguir treinar. A menina cheia de atitude e simpatia não teve uma iniciação fácil no esporte. Passou por dificuldades com a maioria dos atletas. Sua mãe e seu pai foram seus principais incentivadores e hoje todo esforço valeu a pena. Flavia é apontada como o futuro da ginástica artística do Brasil e com certeza é a caçula mais fofa desse Rio 2016.

“Eu esperava chegar às finais, mas não como obrigação. Por mérito meu.”

→ Oksana Chusovitina

Uzbekistan's Chusovitina competes in the women's vault final of the artistic gymnastics competitio during the 17th Asian Games in Incheon

Com 7 Olimpíadas, medalha de prata e ouro no currículo, a atleta, que já competiu pela União Soviética e pela Alemanha, hoje compete pelo Uzbequistão. Oksana tem 41 anos e algumas de suas competidoras ainda nem haviam nascido quando ela começou no esporte. Isso significa que ela deve parar? Com certeza não! Isso significa que ela tem é muita experiência e andou dando aula para muitas das atletas mais novas. Ela é considerada uma lenda viva e arrancou suspiros de todos com seu preparo e seu desenvolvimento nas provas. Um de seus maiores incentivos a ter continuado a carreira de atleta foi seu filho. Em 2002 foi diagnosticado com leucemia e Okasana usava o dinheiro das competições para ajudar no tratamento.

Depois de participar da final nesse último domingo, Oksana, que havia anunciado a aposentadoria, já pensa nos jogos de 2020. Como não se emocionar com a garra dessa mulher? ♥ Aliás, vale comentar que as três medalhistas das finais com suas idades somadas não chegam a Oksana:

“Eu ainda me sinto ótima. O que espero é ficar saudável. Sigo competindo pois eu amo muito este esporte, adoro ginástica. Tenho muito prazer de participar das competições”

→ Simone Biles e o time dos sonhos

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A infância da americana não foi nada fácil. Aos 3 anos, ela e sua irmã foram tiradas da mãe que tinha problemas com drogas e álcool. As duas foram levadas para um abrigo, e seu avô a adotou junto com a sua segunda mulher. Fato esse que até gerou uma certa polêmica nas redes sociais, já que muitos dos comentaristas não tratavam os pais legais de Simone como pais, e sim como avós. Hoje, ela é uma máquina de quebrar recordes. Simone treina 32 horas por semana, e com toda essa dedicação leva títulos como o de primeira mulher em 42 anos a ser campeã nacional pelo quarto ano consecutivo, é também a primeira mulher a ser tricampeã mundial. Com 19 anos e em sua primeira Olimpíada, Simone – a primeira de seu nome – ja é considerada a maior ginasta de todos os tempos. A maravilhosa conquistou duas medalhas de ouro aqui no Rio 2016, uma pela equipe e outra individual, que credita ainda mais toda a sua excelência na ginástica artística. Simone é das nossas e não aceitou ser comparada a dois outros atletas masculinos (porque até pra comparar, o povo associa a vitória e o sucesso a homens). Sim, ela é a primeira e única de seu nome.

“Não sou a próxima Usain Bolt ou Michael Phelps. Sou a primeira Simone Biles.”

É importante reforçar que Simone faz parte do Dream Team, com outras ginastas incríveis que formam o grupo mais diverso dentro da ginástica artística dos EUA que por muitos anos foi de maioria branca. O Dream Team é considerado o terror do Donald Trump e de seus seguidores, já que conta com duas atletas negras, uma judia e um latina. E quem são essas campeãs? Simone Biles; Alexandra Raisman –  a mais experiente do grupo dos sonhos com apenas 22 anos ; Gabrielle Douglas – a primeira mulher negra a ganhar medalha de ouro no individual geral em 2012 em Londres; Madison Kocian – especialista nas barras assimétricas e é a atual campeã mundial na categoria e Laurie Hernandez – a primeira latina a fazer parte da equipe olímpica dos EUA em 32 anos.

→ Toni-Ann Williams

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Representando a bandeira Jamaicana pela primeira vez na história dos tablados da ginástica artística em jogo olímpicos, Toni que é nascida nos EUA, decidiu que tentaria representar suas origens no Rio 2016 e assim o fez – cheia de orgulho. A Jamaica é famosa pelo atletismo e esse foi um passo importante para as crianças e adolescentes que sonham em viver e praticar outros esportes. Em sua coreografia solo, fez questão de mostrar o patriotismo e adicionou em sua performance a famosa “pose de raio” do Usain Bolt, que é a grande inspiração da atleta. Ela fez sua família e a Jamaica muito orgulhosos e a gente, claro, fica muito feliz com todas essas conquistas.

“Estou muito feliz por representar a Jamaica. Espero que as crianças de lá vejam que podem tentar a ginástica também. Quando tinha 15 anos e visitei minha família no país, vi que havia ginásios, mas o esporte não era nada popular. Pensei que podia fazer algo por eles. Quero incentivar as crianças.”

Mais um boletim olímpico cheio de minas que representam a força de ser mulher no esporte e fora dele. Fiquem ligadas porque os boletins vão continuar. Tem muita vitória nossa pela frente.

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