Tem que ter o quê?

Sabe uma coisa que eu estou de saco cheio de ler em títulos de matérias? O tal do “tem-que-ter”. A bolsa que você tem que ter nessa temporada. O biquíni tem que ter do verão. Os cinco produtos de beleza que você tem que ter no seu nécessaire.

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Gente, sério? 2016 batendo na porta e ainda tem gente se sujeitando a esse tipo de comunicação? Eu me lembro que a primeira vez que fiz parte de uma equipe de marketing, me disseram “a comunicação TEM QUE SER a (famosa) call to action”. Faça! Beba! Ame! Compre, compre, compre!

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Ai, que fadiga viu? Eu entendo que isso fizesse todo o sentido do mundo na década de 50, 60, lá nos primórdios do marketing – que quem assiste Mad Men vai saber. Mas o mundo mudou, as gerações mudaram e as vontades também.

Eu acho que já passada toda a primeira década do século 21, vale muito a gente repensar o que está por trás dessa ordem. Quer me mostrar a roupa do ano? Quer me falar da última tendência? Quer que eu compre o seu produto? Beleza, então chega mais aqui, vamos conversar, quem é você? Por que você acha isso bacana? Me envolve, me explica, mas não me tira de idiota achando que eu vou acatar a primeira ordem que me é dada.

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O consumidor mudou. Minha avó, provavelmente uma das últimas gerações totalmente submissa ao machismo e sociedade patriarcal, talvez achasse que obedecer fosse a única saída. E assim seguia obedecendo ao marido, aos padrões impostos e até às propagandas das revistas e rádio (foram por causa delas que as mulheres passaram a se depilar e usar desodorante!)

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Mas, graças a mulheres corajosas, o mundo é cada vez menos assim. A gente não precisa mais obedecer e abaixar a cabeça nem para homem e nem para propaganda. Quer me ter ao seu lado? Me mostre suas ideias, ouça as minhas e vamos ver se combinamos.

Consumo é a liberdade de escolher aquilo que você quer. E se você quer que as pessoas consumam suas ideias, converse com elas.

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Vai ter curso de negócios de moda da Farm na Perestroika do Rio!

Se você quer montar uma marca de moda ou já tem uma (em início de carreira ou com história) e tá perdido no meio dessa revolução (loca) da moda que a gente vive, tenho uma notícia bacana pra você: a Perestroika tá promovendo um curso de negócios de moda da Farm aqui no Rio de Janeiro!

Uma super oportunidade de conhecer os segredos do sucesso da Farm, do branding à administração, do styling e o visual merchandising que fazem a diferença nas vendas ao departamento comercial e vendas (que conseguiu a proeza de integrar as lojas físicas à loja online através das vendedoras!). Você vai aprender a fazer negócios de moda de um jeito novo e super brasileiro e ainda pode ganhar um estágio de stylist pra trabalhar diretamente com a Denise Mattos, gerente comercial da Farm! Tá bom pra você? 

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Mas antes de falar mais sobre esse curso de negócios de moda da Farm, deixa eu te apresentar a escola onde as aulas vão rolar, a Perestroika :)

 

 A Perestroika

 

Desde a primeira vez que ouvi falar na Perestroika fiquei instigada pelas histórias de aulas revolucionárias relatadas por quem já experimentou seus cursos. Mas não foi até que eu assistisse essa palestra do Tiago Mattos, fundador (e diretor of forever) da Perestroika no TEDx Porto Alegre pra eu me encantasse de vez com a filosofia da escola. Aliás, foi essa palestra do Tiago que me levou à reflexão do post “A gente precisa mudar o jeito de ensinar moda no Brasil”.

E a Perestroika já tá fazendo isso.

Farm Fashion Business

 

Um ótimo exemplo é o Farm Fashion Business, que é o curso de negócios e novos conceitos do mundo da moda ministrado pela equipe Farm. Esse curso foi criado em 2012 com o objetivo de compartilhar seus conhecimentos, técnicas e processos criativos.

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Pense num curso onde você vai poder aprender diretamente da fonte, com as cabeças que fazem uma das marcas de moda mais amadas do país. Entender como funciona o branding, o conceito de coleção e a identidade da Farm e também o visual merchandising, a produção de moda (styling!), o design e o núcleo de arte e estamparia, o departamento comercial, de e-commerce e de compras da Farm… ou seja, descobrir direitinho a estrutura de uma das empresas de moda mais inovadoras e de maior sucesso do país. Uma marca que desde o seu início teve uma relação muito próxima com as clientes (lembra do papo de antropologia do consumo?) e cujo dono sempre gostou de compartilhar seus segredos de sucesso.

Enquanto a (absurda) maioria dos empresários de moda do Brasil são bem fechados e desunidos (com o tal pânico da concorrência — esses curiosamente são os que tem as coleções menos autorais), o Marcello Bastos (sócio e fundador da Farm) sempre compartilhou tudo. As pessoas ficavam impressionadas com a audácia do cara de revelar informações de vendas, faturamentos e até estratégias, o que deu certo e o que não deu. O Marcello sempre teve muita confiança do caminho que a Farm estava desbravando fugindo de tudo que era tradicional— como desfilar numa semana de moda, ou mesmo investindo em branding.  E ele sempre quis fazer as pessoas pensarem fora da caixinha também (indiretamente é por causa dele que virei blogueira, tá?) e levou essa filosofia para toda sua equipe. E ele ainda é um dos professores do curso ♥
E eu tô super empolgada assim porque vou fazer o curso! Yey! Tô contando os dias pra começarem as aulas :) 

 

Quero fazer esse curso também, Carlinha!

 

Oba! Então se liga, o Farm Fashion Business vai rolar de 17 de Março a 14 de Maio, toda terça e quinta de 20h às 22h30 em Ipanema.

As inscrições podem ser feitas pelo site ou direto no email do daniel@perestroika.com.br. Eles aceitam cartão de crédito e parcelam em 7x :) Vai ser tão maneiro ter leitoras(es) como coleguinhas de aula!

 E quem não é do Rio?

É só ficar de olho na programação dos cursos no site da Perestroika. Em BH vai rolar o Fashion INC., curso sobre mercado da moda (de Maio a Julho) e em São Paulo tá pra rolar curso de Branding, também da Farm. Esses são só os cursos de moda, sem falar nos outros de inovação, criatividade, power point (!), skate e até futuro (!!!). A Perestroika tem sede em Porto Alegre, mas também tem escolas em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba e Recife.

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Para saber mais é só acessar o site da escola www.perestroika.com.br ;)

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Anitta e a grande lição do seu vestido Versace pra Riachuelo

Agente nem é (mais) do tipo que fala de casamento de celebridade e o casament(ã)o da Fernanda Souza com o Thiaguinho ontem em São Paulo seria mais um desses que passaria batido. Mas uma boa festa se faz pelos seus convidados e a musa (e minha sósia, dizem) Anitta chegou no casório poderosíssima com cabelo impecável, make de linda e um vestido preto (bafo) acinturado com fenda e recortes. Lindo! Um autêntico Versace — só que para a Riachuelo.

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Que orgulho dessa menina ♥  

No meio de convidadas com seus vestidos de milhares de reais, Anitta era uma das mais lindas e elegantes com seu vestido de R$ 349,90 (ou 79,90, vai que ela deu sorte de achar na liqui) da coleção da Versace para Riachuelo lançada ano passado. Só que em vez de exaltarem e mostrarem o quão foda é a popstar que pode usar a marca milionária que quiser (de Lethicia Bronstein à Givenchy) escolher um vestido acessível a maior parte da população feminina desse Brasil, a galera critica.

 

- Gente, sério?

Cês acreditam que tem gente que ainda não entendeu o que tem de tão genial nessas colaborações entre grandes estilistas e redes de fast-fashion é justamente o design? O vestido é lindo porque o design é de uma das melhores casas de moda do planeta. Essa coleção ainda foi toda garimpada dos arquivos da marca, fato que também foi mega criticado (as pessoas não cansam de reclamar de tudo, não?), mas que, na real, foi ótimo. E taí no corpitcho da Anitta a prova que um bom design é que faz a diferença na roupa, independente de preço.

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E sorte a nossa de ter oportunidade de comprar essas peças no shopping mais próximo. 

Anitta ontem a noite nos deu uma lição linda de empoderamento: você pode usar o que você quiser, bixa. O que importa é você, sua atitude, sua personalidade, seu estilo sua auto-confiança e sua auto-estima. Porque mana que é mana não deita, faz o que tem vontade e não liga pra mimimi de gente atrasada.

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Como funciona a semana de moda de Londres?

Toda London Fashion Week é um alvoroço. Durante os últimos anos com a explosão da cultura da internet e o fenômeno do street style as semanas de moda se tornaram algo parecido como a experiência de fazer mercado em um sábado de manhã. Entre pencas de posts com #LFW, flashes, filas A estreladas e espertinhos tentando entrar de bicão em festas bapho tem muito conteúdo por trás disso tudo. Estou cobrindo essa temporada londrina aqui para o Modices e vamos usar o exemplo de Londres pra decifrar o como e o porque desses eventos, (ainda) importantíssimos para o do mercado de moda de seus respectivos países.

 

O que é a London Fashion Week?

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A London Fashion Week (ou qualquer outra semana de moda) é um evento de compra, venda e divulgação de produtos. Sabe como existe o Festival de Cannes, a Comic Con e a Tattoo Week? Esses eventos reúnem profissionais, entusiastas, clientes, jornalistas, etc, todo tipo de gente que tem uma coisa em comum: são parte de uma mesma indústria.

O pessoal que mexe com modas se reune duas (ou mais) vezes por ano (em vários países diferentes) para fazer a economia da moda girar. Por trás dos vídeos exclusivos de backstages de desfiles, de modelos maravilhosas com rostos esculturais, filas As poderosas e blogueiras ostentando combinações escandalosas existe a necessidade de estimular o desejo, criar novos negócios e aumentar lucros de negócios já existentes. Em outras palavras: a mídia compartilha imagens de moda que dão forma a tendências, glamourizando e e exibindo o trabalho de novos designers, assim como as novas peças de gente que já esta estabelecida a anos. Isso gera as vendas de roupas tão necessárias para sustentar e impulsionar esses talentos.

 

Quem organiza tudo?

 

Em Londres existe o British Fashion Council (Conselho de Moda Britânico), uma organização sem fins lucrativos que visa promover os interesses da indústria da moda britânica e seus negócios de grife, através da mobilização e partilha de conhecimento coletivo, experiência e recursos do setor. É essa instituição (todas as grandes capitais da moda tem a sua, mas o Brasil ainda não tem uma) que organiza a London Fashion Week e faz a curadoria de designers que vão mostrar seu talento para o mundo inteiro durante os cinco dias de desfiles e apresentações.

 

E como funciona?

 

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Existem no momento três formas de expor uma coleção: desfile, apresentação ou exposição no Designer Showroom.

A Somerset House é uma instituicão usada para sediar grandes exibições de artistas modernos como Guy Bourdin e Egon Schiele, mostras de arte que estão acontecendo nesse exato momento. Durante a London Fashion Week ela serve como sede oficial do evento – lá no meio da Somerset House fica o Courtyard Show Space que é uma infraestrutura de desfiles montada para receber os estilistas selecionados pelo British Fashion Council. É como se fosse uma casa de shows – um palco coberto com backstage atrás.

Além de desfiles, outra possibilidade para designers é organizar apresentações de suas coleções. Essas mostras são como displays da janela de lojas, porém com modelos vivas. O formato maximiza o tempo de exposição da mídia (um desfile não dura muito mais que dez minutos, enquanto uma apresentação pode durar até três horas) e também abre inúmeras portas criativas. Molly Goddard por exemplo, criou a atmosfera de sua coleção encenando uma verdadeira aula de desenho em sua apresentação.

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Para os designers menores são organizados os Designer Showrooms. Entre os muitos comôdos da Somerset House há espaços para as marcas exibirem suas criações para a mídia e futuros possíveis compradores de atacado. É como se fosse uma feirinha onde peças são expostas durante os cinco dias da London Fashion Week – um jeito simples de incentivar e incluir designers de pequeno porte nesse ciclo de divulgação.

As marcas com mais poder aquisitivo preferem organizar seus desfiles em lugares exclusivos. Esse ano muitos utilizaram a Serpentine Gallery, que fica no meio do Hyde Park – tive a oportunidade de assistir Pringle of Scotland lá. A Topshop cria o Topshop Showspace, que utiliza de marcos londrinos, como por exemplo o museu Tate Britain. Ano passado utilizaram o Tate Modern, idéia que super valoriza os marcos da cultura tradicional local. Entre os lugares escolhidos também constou o Victoria and Albert Museum, onde aconteceu o desfile do Gareth Pugh.

 

Incentivo a novos estilistas

 

O NewGen é um projeto do British Fashion Council (financiado pela Topshop) que visa apoiar novos designers e talentos, providenciando uma plataforma para mostrarem suas criações. O projeto ajuda financeiramente com os custos de um desfile ou apresentação durante a semana de moda. Já fizeram parte do programa nomes de peso da cena inglesa como Alexander McQueen, Matthew Williamson, Mary Katrantzou, Meadham Kirchhoff, Simone Rocha e J.W.Anderson.

O alcance desse tipo de tipo de apoio a novos designers é infindável – membros chave da indústria estão sempre ligados no trabalho do pessoal que esta saindo das faculdade locais. A Central Saint Martins e o London College of Fashion tem os desfiles de seus formandos do Masters Degree (pós graduação) acontecendo durante a semana de moda. E vou te falar, esses desfiles bom-bam, todo mundo quer um convite. A London Fashion Week hoje é considerada uma das mais inovadoras do mundo exatamente por dar esse tipo de oportunidade a novos designers.

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Apoio financeiro e visibilidade na mídia aceleram o estabelecimento de novos designers. O apreço pelo que hoje são grandes nomes da cena de moda inglesa como Marques Almeida, J.W. Anderson e Matthew Williamson ganharam parte desse reconhecimento após colaborações de sucesso com a Topshop, depois serem descobertos ainda recém-formados. O apoio desse gigante do fast fashion possibilitou uma exposição na mídia que catalisa a popularidade da marca, fazendo-a crescer.

O Fashion East faz mais ou menos a mesma coisa, só que começou um pouco mais tarde, em 2000. O que acontece hoje em dia é uma competição onde os três designers femininos e três masculinos vencedores podem mostrar suas coleções no desfile do Fashion East durante a London Fashion Week, além de serem levados para expor suas criações no showroom de Paris. Holly Fulton, House of Holland e Gareth Pugh já foram beneficiários.

 

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Também há o Fashion Scout, outro esquema de ação incubadora/aceleradora, que tem seu próprio horário de desfiles durante toda a semana de moda. O burburinho criado já ajudou a explodir talentos como os de Peter Pilotto, Felder Felder, David Koma, e uma de minhas favoritas, Phoebe English, muitos que hoje em dia tem seu próprio desfile no horário oficial da London Fashion Week.

Para não serem engolidos por uma indústria de competitividade absurda como a da moda, designers e novos empreendedores precisam, além de uma criatividade monstra, de ajuda em outros aspectos da organização de um negócio. Uma base acadêmica de qualidade é só o começo – know how em gestão de negócios, consultoria nas áreas de marketing e formação de uma imagem concreta além de exposição nas grandes mídias são alguns jeitos que podemos ajudar grandes talentos criativos a continuarem fazendo o que fazem de melhor – criar. Projetos como esses são essenciais para nutrir e tecer o futuro da moda na Inglaterra. Cadê projetos como o NewGen e o Fashion East no Brasil?

 

Os compradores

 

Os compradores são profissionais que entendem tanto de negócios e empreendedorismo como de moda – filiais das lojas e multimarcas enviam representantes para escolher peças das coleções para trazer para o público. Por exemplo, uma grande loja de departamento como a Selfridges tem um time de compradores que é enviado aos desfiles e depois organiza um contato com o showroom da marca. Lá, eles fazem pedidos de atacado para revender as peças em suas lojas. Dependendo dos números desses pedidos a marca pode organizar a produção das peças da coleção.

nota da Carla {esse vídeo tem uma entrevista incrível que a Mariah (beijo, Ma!) fez com a Sirlene Di Sartolo, head buyer da Joseph, multimarcas de luxo fantástica de Londres. Essa entrevista é muito legal pra quem quer saber mais sobre a área!}

Por isso os shows acontecem seis meses antes das peças chegarem nas lojas – estamos vendo a temporada de Outono/Inverno 2015, que mostra a peças que serão vendidas no começo do segundo semestre. Como estamos nas Europa, o próximo outono começa em Setembro. Esse período é necessário para as roupas apresentadas serem encomendadas, produzidas e distribuídas.

Esses ‘buyers’ são pessoas que precisam saber escolher quais peças poderão ser usadas no contexto do guarda-roupa do dia-a-dia das suas clientes e precisam saber o que é que faz sucesso de vendas. O site da LFW estima que o evento recebe 100 milhões de libras em compras. Aqui a ostentação é em libras, não em real.

 

A mídia

 

Essa temporada pude ver de primeira mão como a mídia (revistas, sites, fotógrafos, blogueiros e celebridades) são responsáveis pela divulgação do conteúdo apresentado nos shows. Eles observam as propostas que estão sendo desfiladas e fazem o que sabem melhor: compartilham, compartilham, compartilham. A mídia cria desejo pelas peças, gera tendências a serem consumidas pelo resto das pessoas. Levam consigo roupas para compor looks, publicam peças em suas redes sociais, trazem imagens de moda a população em geral que vai, por sua vez, consumir roupas-tendência que veêm seus ídolos usando e amando. Das 75 000 imagens postadas no Instagram com a #LFW, tenho certeza que você viu pelo menos uma que te deixou inspirado e apaixonado.

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Eu e Você

Nós somos os receptores finais dessas imagens de moda… E o que fazemos com elas? Cada dias mais pessoas absorvem tendências, fotografias, roupas e materias e os devolvem ao mundo em termos de novas idéias e mais produção artística. Hoje em dia pessoas não apenas compram as roupas divulgadas nas semanas de moda, mas as transformam para construir suas próprias identidades!

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A sinergia artística é um ciclo, um processo que envolve todos!

O negócio da moda está constantemente em movimento, as semanas de moda maximizam esse potencial em seus respectivos países, criando e compartilhando talentos, personalidades e produtos. Muitas dessas idéias podem ser utilizadas nos eventos brasileiros – nosso país é um gigante em criatividade, rico em artesanatos tradicionais, potencial que precisa ser explorado pra ontem. Quem marcará a história fazendo parte da próxima geração de grandes designers, jornalistas e empreendedores das modas brasileiras são os profissionais que começamos a cultivar hoje.

Um base forte na educação de moda brasileira, com cursos especializados em cada area de atuação (como buyer, empreemdorismo, PR, edição, fotografia, styling, por exemplo), programas de apoio a novos e emergentes designers, uma mídia interessada em criatividade (e não apenas em status) são pequenos-grandes passos que podem ser dados para melhorar e fortalecer cada vez mais a moda brasileira, a 3ª maior indústria do país (e a que mais emprega mulheres).

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