Tudo sobre desfiles

5 marcas que desfilaram no Dragão Fashion Brasil para você conhecer

Rio de Janeiro,

O DFB era inicialmente um evento que apresentava coleções conceituais, mas a moda, o cenário local e os gostos dos consumidores mudaram nesses 15 anos, assumindo que nós brasileiros gostamos mesmo é de uma moda comercial (e não há mal algum nisso). Mesmo que a maioria dos desfiles seja com peças feitas apenas para aquela ocasião, e mesmo com a teatralidade ainda forte, algumas marcas que se apresentaram no evento merecem ser conhecidas, nem que seja só para inspirar.

Mark Greiner: O citei no post passado. Ele é um dos estilistas locais mais respeitados e aguardados do evento. Seus desfiles são sempre shows, suas peças impecáveis e suas clientes exigentes (na parte comercial, ele foca em vestidos para grandes festas). Dessa vez, Mark misturou punk, o universo noir, vitoriano e muitas bocas (a estampa principal). Adorei as calças (vestiam perfeitamente) e as peças com tassels (desejando aquele top).

Mar Del Castro: Nome referência em moda praia autoral cearense, a marca criada pelos irmãos André e Raphaella Castro se inspirou no mangue do Parque do Cocó (maior parque urbano da América Latina) e criou a coleção Ecos do Mangue. Peças estampadas, de crochê e renda de bilro mostram que dá para se vestir tão bem na praia quanto fora dela. Me arrepiei vendo Barbara Berger fechando tudo vestida de noiva!

Clair: A estilista Clair de Jesus veio de um estado que tem a tradição artesanal tão forte quanto a cearense: Minas Gerais. Desfilando pela primeira vez no DFB, a marca apresentou uma coleção inspirada no Museu de Inhotim, misturando crochê com pedrarias, renda e até couro. Adorei as cores (tudo foi colorido manualmente) e desejei todos os vestidos (suaves e nada clichês).

PS Store: Essa foi a primeira vez que a marca da estilista Perpétua Saraiva desfilou no DFB, e se saiu muito bem! A inspiração foi nos dinossauros, resultando numa coleção cheia de texturas (tipo dos paetês-escamas). A maquiagem estava maravilhosa e os óculos com olhos de répteis foram um detalhe super divertido. A estampa floral espelhada estava incrível.

Leitmotiv: É uma marca italiana criada por Fabio Sasso e Juan Caro. Essa foi a segunda vez que suas criações desfilaram no DFB e eles simplesmente arrasam nas estampas digitais. Comecei encantada por essas estampas, depois pelo mix divertido que eles apresentam e, por último, as sobreposições inteligentes, mas femininas. E o tema da coleção? Love is in the air! ❤

_Moda vinda de todos os cantos, de todos os jeitos e para todo o mundo!

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Os conceitos das passarelas do quinto dia de desfiles de verão 2014 da SPFW

Rio de Janeiro,

Uma: Inspirada nas obras de Lygia Clark (artista brasileira que fez sucesso nos anos 50), Raquel Davidowicz continuou na linha minimalista da marca, mas adicionou recortes, camadas, costuras geométricas, sobreposições, assimetrias, transparências e até peças que pareciam ter dobraduras. As principais obras revistas foram “Bichos”, que viraram miniaturas nas cabeças das modelos e “A casa é o corpo”, que foi a parte principal do cenário do desfile – ambas obras eram interativas quando Lygia criou. Acho que essa coleção foi a mais comercial da Uma até agora, até os vestidos usados com calças eram desejáveis.

Têca: Pegue as últimas coleções da Dolce & Gabbana e misture com a de Valentino e você verá a coleção de verão 2014 da Têca. Super romântica, com Roberta Sá cantando “Baby” enquanto vestidos longos e esvoaçantes, cheios de renda, transparências e estampas delicadas (de porcelanas chinesas e azulejos portugueses) passavam. Os acessórios também eram lindos: bolsas de palha, cintinhos, pulseiras de mão e lenços de camponesas. Também teve listras, barriga de fora e alfaiataria – só para não ficar de fora das tendências principais.
R. Rosner: Como sempre, Rodrigo Rosner levou muito drama para sua passarela. Começou pelo tema: a desconstrução do mito do amor romântico. A história se fez assim: começamos com uma princesa romântica maravilhosa que usava um vestido todo branco e cheio de babados, camadas, plumas, tudo o que tinha direito, depois foram passando outras (cada vestido representa uma princesa de histórias conhecidas e outras criadas pelo próprio estilista) que já tinham sentido suas desilusões, até que o tal do amor romântico morre (com o preto no final). Profundo, melancólico, mas lindo. Para essas princesas não faltaram bordados, rendas, transparências, laços e até flores aplicadas.
Lino Villaventura: Não teve inspiração, nem muitas explicações, o estilista pegou todas as imagens que ele estava desejando colocar ‘em prática’ nessa temporada e fez. O resultado foi uma mistura de geometria com drama e orientalismo. Teve bordados, transparências, preto, branco, dourado e bronze, vestidos com calças e recortes. Mas também teve estampa oriental, kimonos, costas nuas, flores bordadas, muitas texturas (os tecidos nervurados e plissados são sua marca), metálicos e muitos volumes diferente. Uma coleção bem Lino, que não precisa se explicar muito.
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Os conceitos das passarelas do quarto dia de desfiles de verão 2014 da SPFW

Rio de Janeiro,

Vitorino Campos: Três coisas bem diferentes nessa coleção: o local onde foi apresentada, como e a inspiração da coleção. Primeiro que foi no estúdio do fotógrafo André Schiliró, segundo que as roupas foram exibidas em manequins enquanto um ‘vídeo-desfile’ era apresentado. E a inspiração? O ruído branco, aquele som chiado que a televisão fazia quando estava sem sintonia (que na verdade é a junção dos sons de todas as frequências disponíveis). Acho que essa inspiração ficou mais clara nos looks que tinham tramas que lembram a imagem que aparecia na tela. O mood era minimalista dos anos 90 e o preto reinou nas peças com recortes e dobraduras, decotes, fendas e alfaiataria. Depois o rosa, dourado e azul metalizado apareceram e, no fim, a renda com brilhos bordados – dando o contraste entre as roupas rígidas e as leves e femininas. As unhas douradas e os óculos também criaram a impressão de uma mulher misteriosa e meio futurista.

Alexandre Herchcovitch: O estilista está comemorando seus 20 anos de carreira e nesse verão resolveu rever o desfile da mesma estação que ele fez em 1999. Todo em preto, branco e cinza (exceção de 3 looks roxos), o desfile começou com as listras de risca de giz, que depois evoluíram para umas mais grossas e terminaram como zebras. Outras peças desconstruíam a jaqueta perfecto, por isso muitos zíperes apareciam nos vestidos. Tinha uma ou outra barriga de fora, brilhos, saias rodadas ou assimétricas , alcinhas finas e no final vimos a renda. Algumas modelos apareciam com seus casacos nas costas, como se fossem capas. Foi um desfile bem morno em comparação ao que costumamos ver na marca.

Amapô: Inspiradas no fundo do mar, nas sereias e nos piratas, as estilistas Carol Gold e Pitty Taliani continuaram com sua moda divertida e fora do comum. Uma causa de sereia gigante estava no fundo da passarela por onde vestidos com babados, coletes com escamas e peças esportivas com estampa de sereias e tritões passavam. Também teve uma estampa tribal, barriguinhas de fora e assimetrias. A trilha foi toda do Frank Sinatra (voz encantadora).

Juliana Jabour: Dessa vez a estilista não pegou nenhuma inspiração específica, mas teve como norte as mulheres dos anos 90. Explico: a marca está amadurecendo, evoluindo, já que suas clientes deixaram de ser adolescentes e agora já são mulheres que querem se afirmar como maduras, fortes e decididas (mas ainda com a doçura de sempre). E eu já expliquei em um post que era mais ou menos isso que acontecia com as mulheres de vinte anos atrás, depois de se imporem como boas profissionais nos anos 80, agora elas queriam continuar com esse espaço, mas voltar com a sensualidade que ficou esquecida. Na coleção, os balonês foram esquecidos e trocados por saias rodadas ou até longas, os vestidos são mais estruturados e as cores mais sóbrias. Mas a diversão ainda existe com os brincões, franjas, camadas, bordados, brilhos, macacões e até um toque de japonismo (obsessão da moda nos anos 90).


Osklen: A marca já olha para as festas que vão acontecer no verão de 2014 (a Copa vai animar nossa vida, né). Então a inspiração foi: as pedras preciosas usadas nesses grandes eventos! Acho que foi totalmente em sintonia com os desejos já de hoje, como pedras bordadas nas roupas, cores e brilhos de joias  recortes (que lembram as lapidações). Verde esmeralda, vermelho rubi, amarelo brasilianita, azul turmalina, laranja citrino e até diamantes foram contemplados na coleção. Também teve cinza, areia e preto – uma referência às pedras ainda não lapidadas. Coqueiros, alcinhas, barriga de fora, costas nuas e shortinhos lembram que aquela coleção é completamente carioca (mesmo sendo apresentada em SP).

Colcci: O tema foi “Geometric Gardens” e o resultado foi bem fresh. A marca está se desenvolvendo de uma forma muito boa, encontrando outras características fortes além do jeans (que nessa estação apareceu escuro, sem muitos detalhes). As peças tinham muitas texturas e as estampas eram super desejáveis (uma floral fofinha e outras duas que lembram ladrilhos hidráulicos). Babei nas botinhas, sandálias e bolsas. Vi várias versões de terninhos, camisas de botão amarradinhas, listras, casacos por cima dos ombros (charme!) e muitas peças confortáveis, até oversized, além das mangas bem grandes. A feminilidade ficou nos vestidinhos, que eram meio tubinhos, só que com uma saia rodada no final.

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Os conceitos das passarelas do segundo dia de desfiles de verão 2014 da SPFW

Rio de Janeiro,

Adriana Degreas: Esse desfile juntou todas as nossas referências de imagens das praias cariocas dos anos 20 até os 60, inclusive nas cores (preto e branco e até um rosa bebê que é igual ao tom que a gente sempre vê em fotos vintage). De moderno temos os grafismos (principalmente listrado), decotes nos maiôs, muita pele à mostra (muitos centímetros diferentes do corpo que normalmente não ficam expostos), prata, saídas de banho que mais pareciam vestidos de festa, um toque do minimalismo dos anos 90 (do andar das modelos e no começo da trilha sonora) e biquínis com alças finas.

Acquastudio: Lançando um novo olhar sobre a história da Acquastudio, Esther Bauman levou à passarela elementos que já são recorrentes nas últimas coleções da marca, como os babados, as camadas e os plissados. Ela ainda resgatou elementos de estilistas consagrados como Chanel (nas pérolas que bordavam muitos vestidos) e Jean Paul Gaultier (nas listras). As cores foram preto e branco (com um só detalhe azul marinho). Os tecidos eram todos texturizados ou estampados (muitos vestidos misturavam muitos deles) e tudo tinha glamour. Também captei um ar futurista (igual ao dos anos 60) pelo batom azul e os óculos, além de um toque masculino com alguns vestidos com lapelas e as gravatinhas (que a Carla achou parecida com gaivotas).

Ronaldo Fraga: Atendendo ao pedido do filho mais velho, Ronaldo fez uma coleção sobre futebol (em tempo para a Copa). Mas o recorte que ele fez desse tema foi o mais romântico, de quando o esporte ainda estava se tornando nossa ‘especialidade’ – sem esquecer os problemas desse ‘romance’, como o racismo no futebol (por isso as modelos usavam perucas de palha de aço). As tendências apareceram: preto e branco, listras, botinhas (algumas com ‘furos’ nos dedões), vermelho, barriga de fora, verde, brincões e tricô, mas misturadas com elementos ‘ronaldofraguianos’, como os detalhes de cadarços, flores, tons em neon, brasões (Só de Amor Futebol Clube, 7 de Setembro, Chão de Estrela Futebol Clube), os bermudões, as saias nos joelhos, a alfaiataria – até a banda estava uniformizada!

Forum: Juntando bossa nova e universo náutico dá: Rio de Janeiro e Bahia! Esse foi o ponto de partida para a coleção de verão da Forum, que colocou as modelos na passarela com turbantes fofinhos na cabeça e um ar de ‘gatinha dos anos 50’. As cores principais foram laranja, preto e branco, verde e amarelo, as saias eram rodadas e comportadinhas, os tecidos tinham texturas e estampas (muitos de listras fininhas e coloridas), as cinturas eram baixas e marcadas com cintos meio masculinos, algumas deixavam a barriga e a lingerie aparecer nos decotes (na frente e nas costas). Os coletes e alfaiataria também deram o tom, relembrando os charmosos cantores do ritmo.

Ellus: Uma viagem de moto pela Índia fez a marca investir na sua peça que mais faz sucesso: as jaquetas. Elas foram desconstruídas com mangas e sem (colete), transformadas em vestidos e feitas curtinhas pra deixar a barriga de fora. Em relação ao país, os bordados foram feitos lá (o que nos dá a dica de que essas peças não vão ser comercializadas). Com uma trilha rocker dos anos 80 (dois looks tinham um toque dessa década), o desfile apresentou também muito matelassê, calças ou comprimentos nos joelhos, fendas, franja, bege, dourado, franjas e alfaiataria (num momento glam), brilhos, couro (claro!), prata, zíperes e fivelas aparentes. Os acessórios chamavam muita atenção: um só brincão, gargantilhas e pulseiras que combinavam nos pulsos e logo acima dos cotovelos.

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Contando a história da semana de alta costura do verão 2013

Rio de Janeiro,

Hoje eu vou contar uma história que aconteceu em Paris. Podemos chamar de ‘A história da alta costura de verão 2013’, mas na verdade fala sobre a moda, as marcas e as mulheres que usam a tal da Haute Couture.

Para quem ainda não percebeu, roupas contam histórias. Coleções contam outras mais longas ainda. Agora imagina uma semana de moda inteirinha! Mas podemos resumir em uma só: a história das mulheres poderosas do começo do século XXI.

Antes a gente tinha como imagem de quem usava Alta Costura apenas herdeiras e esposas de bilionários (na maioria, orientais e europeias), mas agora as Russas que usam tais roupas preciosas trabalham, têm seus cargos em grandes empresas (seja comandando ou não). E com a crise apertando as contas de quem vive no lado de cima da linha do Equador, elas têm que fazer como as mulheres que viveram a transição dos anos 80 para os 90 – têm que mostrar que sabem comandar em tempos difíceis.

Claro que a moda está mostrando muito bem isso tudo! Na maioria dos desfiles o preto reinou, sendo seguido pelo branco. Sim, essa dupla é clássica, até previsível, mas não estamos mais tão dispostos a surpresas, precisamos de segurança. Ou de nos mostrar com cores eletrizantes, fazer nossa presença ser marcada, percebida. E tal estado de confiança no trabalho é garantido pelo clássico terninho. Toda marca mostrou a sua versão – seja o preto básico ou o colorido estruturado. O poder está nos ombros, que apareceram estruturados, pontudos, quase militares – até por cima de vestido fluidos. Karl Lagerfeld falou que seu desfile era “all about the shoulders” (tudo sobre os ombros), que ora apareceram desnudos, ora cobertos com os infalíveis casaquetos.

Só que mesmo tendo que administrar toda essa contenção, nós mulheres ainda queremos ser delicadas, mas resistentes. Como flores que sobrevivem aos climas mais desafiantes. Os desfiles da Dior e Chanel aconteceram em jardins, enquanto o mesmo inspirou o de Valentino. “Flores na primavera? Que original”, já disse Miranda Priestly. Mas, no final, o que nos faz sentir mais feminina e meio princesa que um vestido cheio de flores (bordadas ou estampadas)? O desfile de Elie Saab foi intitulado de “ode à delicadeza”, tudo a ver com isso. Também podemos voltar a pensar no desfile Chanel (sempre ele, o mais inspirador), que mostrava modelos com olhos borrados que, de longe pareciam loucas, mas de perto podíamos ver que eram pedaços delicados de tule, como se à distância as mulheres parecessem estranhas, mas quando nos aproximamos elas mostram sua delicadeza.

E ainda assim essas mulheres gostam de se divertir um pouco com a moda, por que não? Colocando uma surpresinha no caminho entre a barra do vestido e os pés – outra saia ou uma calça. Também queremos sair do lugar-comum, nem que seja com menos emoção.

Fluidez, cores sólidas (às vezes até fortes), tudo isso ainda faz parte do desejo e do imaginário das mulheres poderosas (todas somos), mas agora tudo isso vai ter que dar um pouco de espaço para a ‘armadura’ que nos protege em 2013, o ano guiado por saturno, que indica que só com muito trabalho realizaremos nossos desejos.

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London Fashion Week: pra ficar de olho, parte 1

Rio de Janeiro,
A semana de moda de Londres é a minha favorita pela sua exaltação aos novos talentos e a arte. Já falei nas temporadas anteriores sobre os movimentos que tem por aqui com premiações de incentivo a esta galera que vai fazer a história da moda do século 21. Os ingleses influenciam o mundo injetando a sua cultura na nossa vida, vide a música, o cinema (de Hitchcock à Jude Law), literatura e também no setor fashion.  É a maior vitrine das cabecinhas que estão testando, ousando e conseguindo trazer frescor para nossa indumentária (mesmo que boa parte das consumidoras de moda não saiba).Outro motivo pelo qual eu adoro a London Fashion Week é a inteligência de styling, o saber combinar estilos, peças e acessórios, tanto dentro quanto fora das passarelas.

Por isso tudo resolvi fazer um apanhado do que mais me chamou atenção neste primeiros dias aqui. Tem ideia que já foi falada aqui (Lembra quando eu usei tênis de academia no Fashion Rio? A Moschino colocou na passarela!), tendência confirmada, engraçada e inspiradora. Vamos ver o que tem de interessante pra gente?
_ E aí, gente, cês curtem esse tipo de post? É uma boa forma de falar das semanas de moda internacionais? Dê a sua opinião ;)
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Esmalte clarinho ou douradão?

Rio de Janeiro,

Quem ainda é viciada em esmalte? Acho que a maioria das meninas continua usando as unhas como acessório de destaque. Sabe como é, pra ficar mais mocinha e alegrar o dia! Sendo assim, a gente também gosta de saber quais são as tendências de esmaltes, né.

Então se preparem para escolher um time! De um lado temos a turma do “inho” – amarelinho, branquinho e nudezinho – e do outro temos as queridas do “ão”, que vão usar o douradão sem medo de ser feliz (ele também está em alta na maquiagem, sabia?).

Falando em maquiagem, dizem que a pele agora é natural, mas brilhosa (de iluminador, e não de oleosidade!). Pois com as unhas você vai ter que escolher: ou faz a delicada com unhas clarinhas, ou faz a maximalista com o brilho. Nessas últimas semanas de moda eu vi até desfiles que usaram só uma base incolor, acredita?

Diz aí qual vai ser sua escolha: nude, douradão ou os dois (removedor está aí pra isso)?

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