Tudo sobre moda
Matérias sobre Moda e Estilo.
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É a minha primeira vez em NY — num oferecimento super especial F*Hits, TAM e My Shoes ♥ — e resolvi aproveitar a deixa para vir uns dias antes da NYFW (o objetivo principal) para conhecer a cidade onde as luzes nunca se apagam. Eu sou completamente apaixonada por Londres (feels like home), mas todas as minhas amigas sempre falaram que eu ia adorar Nova Iorque.

O que eu mais gosto de fazer quando viajo é simplesmente observar a vida do lugar. Como cheguei no Labor Day (aka. Dia do Trabalho) só as lojas muito turísticas estavam abertas e aí que é bom se permitir fazer a óbvia e se hospedar no meio da confusão. Meu hotel fica a duas quadras da Times Square que não fechou. E nem preciso dizer que a primeira loja que entrei foi a Forever 21. Adoro essa valorização e orgulho que americano tem dos seus. A F21 é a fast-fashion americana (topshop inglesa e h&M sueca) e só ela poderia ocupar um lugar de tanto destaque e leds no coração da Broadway.
Achei engraçado que a cidade é exatamente como nos filmes e seriados (deu vontade de sair cantando e dançando pela escadinha vermelha da Times Square, confesso #Glee) só que com muita gente falando português. Caramba! E quando você fala que é do Brasil as pessoas sempre tem uma gracinha pra contar, seja um comentário sobre a Brazilian Parade (que foi domingo, putz!) ou o fato das malas serem sempre muito pesadas (!).
Depois da primeira voltinha na Times Square, ativei o google maps (eu nunca ia saber lidar com um mapa de papel) para chegar no MoMa e nem eu sabia que tantas obras incríveis me esperavam: Picasso, Matisse, Van Gogh (meu ariano favorito), Keith Haring, tantos outros e (meu mestre, meu muso) Andy Warhol. Pena que acabei perdendo todas as fotos que fiz durante o dia ontem (e a Susan Miller nem me avisou que ia ser um dia difícil), mas como a Jo falou, importante é o que fica no coração. Quando você deixa a arte te tocar, seu mundo muda! Seu senso estético ganha mais referências e isso se reflete no seu modo de vestir, maquiar, decorar a casa, pensar e agir.
Todo este contato com a arte interfere na cidade e nas pessoas. Sabe por que as pessoas em NY se vestem bem? Porque se permitem experimentar, usar, errar e consequentemente acertar. Elas simplesmente aprenderam a gostar do diferente, afinal mesmo artistas de um mesmo estilo tem personalidades únicas [compare o impressionismo explosivo do ariano Van Gogh com o passional do escorpiano Monet].
E não é que aqui não tem gente cafona, tem sim!. Mas esta é a terra onde tudo é permitido. São pessoas dos 4 cantos do mundo, de culturas completamente distintas, passando uma do lado da outra. Primeiro eu pensei que elas queriam (sabe de esforço tipo os orientais) ficar diferentes umas das outras, mas percebi que na verdade elas são diferentes e se assumem assim. Aqui não existe essa nossa cultura do bando, a necessidade de se encaixar num grupo pela aparência, herança dos tempos coloniais (onde os “ricos” daqui queriam se vestir iguais às francesas do outro lado do Atlântico. Não mudou muita coisa, né?).
A semana promete ser movimentada e pretendo fazer por aqui esta semana um diário das minhas reflexões sobre a cidade, das tendências de inverno e, claro, das de verão que vão ser apresentadas nesta NYFW. O Chediak já está a postos para encher a gente de fotos de streetstyle durante estes dias também.
Se tiver leitora aqui em NY, por favor, se pronuncie para marcarmos um #GirlsBeerNight. E aceito dicas de lugares bonitos e de lojas incríveis para comprar camisas de banda
Para mim, a realização plena de ter um blog é saber que consegui causar este tipo de reflexão: “Aliás, esses dias atrás você tava falando sobre o quanto você vê por aí meninas de 20 e poucos anos vestidas como mulheres de 40, e da caretice que é o politicamente correto “elegante”. Desde então eu fiquei me perguntando, pensando e analisando os blogs e editoriais de revista, mas até agora não consegui chegar a uma conclusão: como se vestiria uma garota de 20 e poucos anos que usasse peças adequadas a sua idade? Porque depois da sua afirmação todas as roupas que eu olho me parecem adequadas para mulheres de 35, 40 anos. Blazers, camisas de seda, calças capri, saias lápis, comprimentos midi, o que sobra para uma menina de 20 e poucos? Jeans e camiseta? Mini-saia? Será que é tão restrito assim? E será que se vestir de acordo com sua idade quando você não gosta das peças adequadas a sua idade não seria tentar se enquadrar no politicamente correto? Pensa em uma senhora de 60 e poucos anos de mini-saia, por exemplo. Será que respeitaríamos sua individualidade ou pensaríamos que ela caiu no ridículo? O inverso, como uma adolescente com roupas de mulher de 40 anos, não é igualmente verdadeiro?”
Na época do comentário da Stefânia (de onde saiu esta reflexão) eu respondi que a minha crítica não era para o tipo de peça e sim, para a forma que elas eram usadas. E isso fez com que caísse a minha ficha: ainda usamos os conceitos de moda do século passado! Porque, de fato, poucas seriam as pessoas que respeitariam a individualidade de uma mulher de 60 anos de saia curta, mesmo que a mulher de 60 anos dos anos 2000 está muito mais para Gloria Maria (e suas pernas saradas) que aquela senhorinha de cabeça branca do comercial de margarina.
Sabe essa história de “os 30 são os novos 20” e “os 40 são os novos 30“? Este é o século 21! Nós estamos prolongando a juventude, logo “o futuro não é mais como era antigamente”. Temos que parar de olhar (e tentar seguir) as regrinhas dos livros de moda do século passado. A verdade é que todo mundo vai precisar pensar e repensar sobre seus valores e crenças porque os que existem por aqui não valem mais pra gente. Não dá mais pra voltar. A sociedade mudou e a tecnologia transformou tudo: nosso estilo de vida, nossas necessidades, nosso trabalho e nossa aparência.
Eu não acredito mais em peça adequada para a idade X ou Y. Acredito em estilo. E aí que está a minha crítica às meninas de 20 e poucos anos fazendo combinações que as envelhecem +25 anos. Tá faltando o frescor e ousadia. Tá faltando transgressão. Tá faltando diversão. Tá faltando pra galera de 20 e poucos anos se permitir o que a turma de 30 em diante já tá fazendo: aproveitando o tempo a mais de juventude.
Ele é canceriano, mas se passaria tranquilamente por um leonino com ascendente em aquário (Carla Lemos School of Astrology). Ele nasceu e foi criado na Bahia, mas a mistura do seu “tempero” também inclui a atitude paulistana, a bossa carioca e o swing de Londres. Estamos falando de Gilberto Passos Gil Moreira, que para os brasileiros é Gilberto Gil ou, simplesmente, Gil. Cantor, compositor, admnistrador de empresas como formação (!) e ícone de moda e estilo. Da Tropicália ao Software Free (sim, ele é um dos principais defensores da liberdade digital) cantar e encantar sempre foi o segredo do filho de dona Claudina, que desde cedo tinha duas certezas na vida: ser “musiqueiro” e pai de menino. Que tal se inspirar nos visuais de Gil?

Doces Bárbaros_ Época em que Gil tornou-se um dos “pais de batismo” da Tropicália. Modelagens amplas como de batas e kaftans com estampas em tamanho maxi tornam-se as estrelas da vez. Que tal cair de cabeça nos florais “GG” e no print de lenço?!
Espie: Farm e Adriana Barra
Vamos fugir?_ Fase de exílio para o nosso muso. Destino? Londres. Viver em uma cidade tão cosmopolita quanto a nossa “London, London” (<3 ! ) traz para o cantor referências de vários lugares do mundo que, assim como nas suas composições, contagiou seu visual. Traços do boho estão presentes na mistura de texturas, shapes confortáveis como as dos maxicardigans e uma forte pegada artesanal. Ah, é momento certo de apostar nas tão badaladas calças flare rendadas!
Espie: a cantora Cibele e a marca britânica All Saints
Quanto mais purpurina, melhor_ O nome já diz tudo! Aqui o espírito disco dos anos 70 toma conta dos looks e paetês, glitters e pedrarias invadem o centro da pista de dança. Acessórios imponentes e um toque artsy deixa tudo mais charmoso!
Espie: Tryia, Juliana Jabour e Neon
Só quem sabe onde é Luanda, saberá lhe dar valor_ É o momento mais afro de Gil. O cantor evidencia o “black power” e estampas étnicas, animal prints, miçangas, além de uma cartela de cores intensa ganham lugar ao sol. Elementos da cultura africana como búzios e o marfim são bem-vindos aos acessórios.
Espie: Amapô, Style Pantry, Serpui Marie e Schutz
Toda menina baiana_ O toque brejeiro, o handmade e a brasilidade mostram-se firmes e fortes. Rendas e técnicas manuais como o tricô e o crochê viram verdadeiras preciosidades, ganhando leituras mais urbanas e glam com toques esportivos, silheutas ladylike e o colorido do neon e do pastel. Quer fazer a cabeça? Turbante nelas!
Espie: Martha Medeiros, Gig e Adriana Degreas
Faz um tempo que eu queria escrever sobre como eu vejo a moda. E acabou que um concurso (do istituto marangoni para onde eu criei esse moodboard que ilustra o post) me fez tirar a ideia da cabeça e passar aqui pro Modices.
Já percebi que eu vejo a moda de um jeito muito diferente da maioria das pessoas… Como numa citação da (minha favorita) Miuccia Prada “Eu não acredito em pessoas que pensam que roupas não são importantes”. Porque não é questão de usar roupa cara ou barata, na “moda” ou não. É capricho e personalidade.
E aí entram meus novos conceitos, porque gostar de moda não é mais sinônimo de futilidade. Acredito que hoje, quanto mais inteligente você é, mais você cuida da sua imagem — e isso envolve o seu estilo.
Num episódio de Grey’s Anatomy (meu seriado drama favorito da vida), a Meredith, cirurgiã que dá nome ao seriado, fica louca pensando o que ela usaria na audiência de adoção da filha, até que a Drª Bailey (tipo a mestra cirurgiã dela) não só diz o que ela tem que usar como dá uma aula de linguagem das roupas. Ela sabe que roupa é mais que a tendência da estação.

E aí entra outro conceito: as tendências só escravizam quem quer ser escravizado. Pra mim elas representam a nossa evolução. Nós mudamos de pensamento, começamos a enxergar e descobrir coisas novas. Já não somos hoje a mesma pessoa que fomos ontem. Por que nos vestiríamos da mesma forma?
Além disso, as tendências marcam os períodos e são através delas que conseguimos entender como viviam gerações passadas. Tal e qual os babados de um vestido que diferenciam uma pintura barroca de uma rococó. A sociedade muda e a forma que as pessoas que vivem nela se vestem muda junto. Pensa aí e me responde: você usaria hoje o mesmo look que usou 7 anos atrás, sem mudar nenhum detalhe?
Só fico irada de ainda vivermos cercados de gente medíocre que não consegue respeitar que as pessoas tenham gostos diferentes. Batalho tanto pela individualidade e autenticidade, mas ainda é forte a incapacidade de respeitar o outro (acho de uma tristeza sem fim quando vejo que estão tentando padronizar a autenticidade de gente como Valesca Popozuda).Ôh, quanta intolerância! Clamo pelo direito constitucional de gostar de um tênis com salto embutido e pela preservação do periguetismo!
É tão fácil falar de artistas estrangeiros. O Vitor diz que é porque americanos e europeus estão sempre catalogando a cultura deles e a gente nem aí pra nossa. Não deixa de ter muita verdade aí. É mais fácil fazer uma pesquisa — biografias, entrevistas e muitas fotos (em alta qualidade!) — sobre uma atriz americana de 1910 do que sobre uma cantora brasileira da década de 70. Então, vamos mudar esta realidade e jogar no google mais referências sobre nossos artistas tupiniquins que são tão incríveis quanto os deles. E eu começo com uma das minhas cantoras favoritas da “new generation” da música brasileira, a Mariana Aydar.
Eu tenho uma relação super especial com a música da Mariana. Conheci o seu primeiro cd (meu favorito! amo, amo, amo) Kavita 1 na mesma época que lancei o Modices. Lembro que na primeira versão no blog, ainda blogspot, tinha uma rádio que a gente não trocava a música e ficou tocando “Na Gangorra” meses! Continuei acompanhando o trabalho da Mariana e adorando o visual dela. Seu segundo CD (da foto de antes aqui embaixo) tinha uma estética linda, cheia de pedras e metais, mas fiquei fascinada mesmo pelo seu visual desde sua participação no Rock in Rio ano passado: cabelos curtinhos e acessórios deslumbrantes — que depois descobri que foram criados especialmente para ela.
Você começou a carreira com cabelos longos, raspou a lateral e agora exibe cabelos curtos para o lançamento de Cavaleiro Selvagem. Qual foi a sua inspiração para este novo corte? Eu acho engraçado como a gente é apegado a um monte de pêlo que fica em cima da cabeça! rs Quando você corta o cabelo, parece que vem uma coragem, um desapego, uma força de ser você e sua cara, sabe? Eu sempre mudei o cabelo desde pequena, me dá a louca e eu corto, sempre foi assim. Não tem necessariamente inspiração ou estratégia. As pessoas estavam acostumadas ao cabelo comprido, mas na verdade foi a única vez que tive aquele cabelão, meu cabelo sempre foi mais curto mesmo.
Seus acessórios se tornaram objetos marcantes desta nova fase e vi que eles são fruto de uma parceria com a Chrissie que criou uma coleção de jóias inspirada no “Cavaleiro Selvagem”. Como isso aconteceu? Você participou do processo criativo dela? A Chrissie é namorada do Guilherme Held que toca guitarra comigo. Então, ela participou de todo o processo de nascimento do disco. Os ensaios eram feitos aqui em casa, ela sempre estava aqui conosco vendo tudo e se inspirou no nosso som e criou a coleção Cavaleiro Selvagem. Foi o melhor presente que poderia receber. A Chrissie é muito boa, talentosa e sensível, ela captou a essência do disco: fez uma coleção de guerreiras, elfos e seres da floresta misteriosa do Cavaleiro Selvagem.
Falando em processo… o de criação dos figurinos acontece junto com a do álbum, ou depois? Você separa bem os figurinos de show do seu estilo pessoal, ou acaba influenciando? É engraçado, pois o disco acaba influenciando o meu jeito de vestir, parece que eu levo os personagens e a magia do disco pro dia a dia. O figurino do cavaleiro, por exemplo, começou com as diademas da Chrissie, eu me apaixonei tanto que não tirava mais da cabeça e um dia estava estudando piano de pijama surrado e dourado com a diadema, olhei no espelho e parecia um ser da floresta. Peguei esse espírito e fui conversar com a Carô Gold que é minha amiga desde da época do forró [Antes de se lançar na carreira solo Mariana cantava numa banda de forró!] e a Pitty (Amapô) para construirmos o figurino desse ser da floresta e elas foram, como sempre, brilhantes em todos os sentidos!
Pra fechar me conta quais são os músicos que você mais curte o estilo (de vestir)? Amo a Bjork, a roupa é a continuação da música e sem ser modismo, arte mesmo. Mas também gosto das pessoas que entram do palco de calça e camiseta porque, no final, a música sempre tem que falar mais alto. Mariana (e turma da Universal!)muito obrigada pela entrevista! Se eu já era fã fiquei ainda mais <3
Agora me conta… Qual a sua cantora brasileira favorita? Deste século ou do passado. Talvez nem você se dê conta de como ela pode ser uma ótima referência de estilo pra você
Durante as semanas de moda, a WGSN sempre lança suas apostas para o que está por vir. Só para mostrar como eles fazem isso com maestria, em fevereiro de 2011 saiu o post aqui com as apostas de verão e entre elas estava a parka, peça-desejo hoje (quero uma!!). Então presta atenção nas dicas, pois elas vão bombar!
A primeira aposta é o jeans metálico, mas não é aquele chiczinho de festa não. Por mais glamuroso que ele seja, a maneira de usar é mais street, com uma carinha de sujo. Tem uma pegada meio grunge, sabe como? A Carla falou que já viu muito pelas ruas de Londres, ein!
Calças brocadas (aquele tecido grosso que parece de cortina e tapete) também são peças pra ficar de olho. Aliás, as calças estão tomando as atenções ultimamente, não é? No exterior isso é uma grande revolução, viu? É que essa história de usar estampa sempre e em todas as peças é coisa de brasileira, mas as gringas estão amando, então é quase certeza que essa tendência vai durar.
Para quem não gosta de calça, a dica é a ‘circle skirt’, que nada mais é que a nossa querida saia godê (é que se você coloca essa saia aberta no chão, ela vira um círculo). A diferença agora é no material, que é um tecido mais grosso que a deixa mais ‘armada’. Para usar, o legal é reverter essa imagem de princesa que o modelo passa e combinar com peças mais modernas e de cortes diferentes, menos básicas.
E para as blusas? O top é a renda! Mas feita de fios cada vez mais diferentes, misturados e com padrões bem legais. O diferente agora vai se na tecnologia dos fios mesmo. Então continua usando a blusinha de renda sexy que vai fazer sucesso, pode até combinar com a calça de jacquard ou metalizada ou até mesmo com a saia godê, que tal?
E aí, você vai apostar em quê?
2ND FLOOR
A proposta da 2nd Floor foi misturar toda a cultura tropical brasileira, que apareceu nas cores e estampas, com o western americano, que deu forma ao desfile. Um destaque merecido é a sandália peep-toe que parece uma bota de cowboy, que resume perfeitamente essa junção. Destaque para a Mallu Magalhães, toda linda e princesa, que além de fazer a trilha do desfile ao vivo, vai estrelar a campanha. Por Melyssi
Moda de se sentir moderna e criativa
ESPAÇO FASHION
Taí há tempos não amo 100% um desfile da Espaço (e muito por causa da cartela de cores que sempre achei esquisita), mas a deste verão estava linda. Os looks estavam inspiradíssimos e aí eu vi a garota decidida da marca que usa um look completamente inspirado nos anos 90 e ainda sim fica sexy.

Moda de se sentir segura de si
CANTÃO
Não gostei. Pronto, falei! Achei a coleção velha e careta… Cadê a alegria, vivacidade, despojamento, frescor, colorido e a jovialidade da marca? Não tem nada disso aí… Não que as roupa sejam feias. Longe disso. Adorei o chemisier amarelo, por exemplo, mas não é o que eu esperaria do Cantão. Depois do desfile, conversando com todas as minhas amigas que adoravam Cantão, todas tinham a mesma opinião…
Moda de se sentir …
LENNY
O desfile começou colorido, com uma série de 4 maiôs com estampas de rostos de mulheres, uma lindeza. Depois vieram estampas tropicais, de fundo do mar com peixinhos, mas tudo foi ficando abstrato, com cores escuras e estampas parecidas com o teste de Rorschach (aqueles borrões que os psicólogos usam), para acabar no preto. Em volta de toda essa informação tinham detalhes geométricos, que foi o que ficou com toda a atenção no final. Por Melyssi
Moda para se sentir chic